Estudo Revela Papel do Baço em Ansiedade Prolongada Após Estresse

Cientistas estão descobrindo pistas para o que pode ser um desdobramento na relação entre o cérebro e o sistema imune naqueles que sofrem de repercussões de estresse a longo prazo .

Nova pesquisa detalha estas conexões, especificamente que uma abundância de glóbulos brancos no baço poderiam estar enviando mensagem para o cérebro que resulta em mudanças comportamentais prolongadas após as experiências de ratos de repetido estresse: “nós encontramos que células imunes no baço poderiam contribuir para ansiedade crônica seguida de estresse psicológico”, disse Daniel McKim, um estudante de pós-graduação da Ohio State University e autor do estudo. “Nossos achados enfatizam a possibilidade de que o sistema imune representa um novo alvo terapêutico para o tratamento de condições de saúde mental”.

A pesquisa foi parte de uma série de estudos relacionados apresentados na Neuroscience 2016, o encontro anual da Society for Neuroscience.

Os colaboradores de McKim, John Sheridan e Jonathan Godbout, estão trabalhando para explicar a complicada interação entre imunidade e estresse em animais que experienciaram “fracasso social repetido” em um esforço para eventualmente melhorar o bem-estar de pessoas que experienciam estresse psicológico crônico.

Neste estudo, o trio de cientistas determinou que as mudanças da célula imune persistiram por quase 1 mês após os ratos experienciarem o estresse: “o estresse parece estimular a liberação de células-tronco da medula óssea para o baço, quando eles desenvolvem em glóbulos brancos ou monócitos e expandem ao longo do tempo”, Godbout disse.

“Assim, o baço se torna um reservatório de células inflamatórias”.

Sheridan afirmou que o baço é agora entendido como sendo integral para a sensibilização que ocorre após estresse prolongado em ratos, levando a ansiedade e outros problemas cognitivos  mais adiante: “é como uma memória de estresse”, Godbout disse.

No trabalho anterior deles, os pesquisadores da Ohio State documentaram um aumento na prevalência de ansiedade a longo prazo e depressão em ratos expostos a estresse crônico, um modelo que tem sido comparado a Transtorno de Estresse Pós-Traumático em pessoas: “talvez, a ansiedade seja uma coisa boa para a sobrevivência — é evolucionariamente benéfica — mas a questão se torna o que acontece quando esse sistema é colocado para trabalhar demais. É daí é que se torna problemático”, Godbout disse.

Sheridan acrescentou: “nós estamos começando a integrar mais detalhes sobre a comunicação bi-direcional entre o cérebro e o corpo e o corpo e o cérebro”.

A pesquisa foi patrocinada pelo National Institutes of Health.

Outra pesquisa relacionada, da Ohio State, compartilhada em novembro de 2016, encontrou que:

  • Interleucina-1 — uma das várias substâncias chamadas citocinas que são fundamentais para a regulação de respostas imunes e inflamatórias — desempenha um papel crucial na resposta de estresse em ratos. Em particular, a manifestação da interleucina-1 ativa a resposta imune por parte da micróglia no cérebro e aquelas células requerendo o sistema imune, levando a uma subsequente surgimento de glóbulos brancos para o cérebro. O estudante de pós-graduação Damon DiSabato liderou a pesquisa.
  • Durante o estresse crônico, a ativação da resposta imune do cérebro em células, chamado de micróglia, leva o sistema vascular do cérebro a recrutar glóbulos brancos. Aquelas células sanguíneas ou monócitos, produzem um forte sinal que causa comportamento como o de ansiedade, em ratos. A estudante de pós-graduação Anzela Niraula liderou o estudo.
  • Tipos específicos de receptores de interleucina-1 têm um papel-chave na resposta celular para a citocina, e um tipo em particular, parece provocar uma inflamação cerebral vinculada a ansiedade, em ratos. O estudo foi liderado por Xiaoyu Liu, que é estudante de pós-graduação.
  • Drogas que imitam a cannabis pode diminuir a ansiedade e inflamação em ratos que tem estresse, um achado que poderia, eventualmente, ter implicações no tratamento de transtorno de estresse pós-traumático. Sabrina Lisboa, da Universidade de São Paulo, liderou o estudo.

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http://www.psypost.org/2016/11/study-reveals-role-spleen-prolonged-anxiety-stress-45905

Probióticos Podem Reduzir Níveis de Estresse e Reduzir a Ansiedade

Probióticos ou bactérias vivas benéficas que são introduzidas no corpo, tem se tornado cada vez mais populares como uma forma de melhorar a saúde e o bem-estar. Estudos anteriores têm mostrado uma correlação direta entre micróbios do intestino e o sistema nervoso central. Agora, os pesquisadores da University of Missouri, usando um modelo de peixe-zebra, determinou que um probiótico comum, vendido em suplementos e iogurtes, pode diminuir comportamento  e ansiedade relacionado a estresse. Eles estudararam como as bactérias do intestino afetam o comportamento em peixe-zebra e se isso poderia levar a um melhor entendimento de como os probióticos podem afetar o sistema nervoso central em humanos. Seus resultados recentemente foram publicados no Scientific Reports: “Peixes-zebra são um novo modelo de espécies para estudos neuro-comportamentais e seu uso é bem-estabelecido em exame de drogas”, disse Aaron Ericsson, diretor do MU Metagenomics Center e professor no departamento de Patobiologia Veterinária. “Nosso estudo mostrou que probióticos simples que nós normalmente usamos para manter nosso trato digestivo em sincronização, poderia ser benéfico para reduzir nossos níveis de estresse também”.

Em uma série de estudos, pesquisadores testaram como peixes-zebra comportou-se após doses de Lactobacillus plantarum, uma bactéria comum encontrada em iogurte e suplementos probióticos. No primeiro estudo, cientistas adicionaram a bactéria a certos tanques abrigando peixe-zebra; outros tanques de peixe-zebra não receberam probióticos. Então, os pesquisadores introduziram estressores ambientais em ambos os grupos, tal como drenar pequenos montantes de água do tanque e superlotá-lo: “Cada dia nós introduzimos um estressor diferente — testes que estão validados por outros pesquisadores e causam maior ansiedade entre peixes-zebra”, disse Elizabeth Bryda, professora de patobiologia veterinária na MU College of Veterinary Medicine: “Estes são padrões de estresse ambiental comuns, tais como estresse e mudança de temperatura, assim fazem os testes relevantes para os humanos também”.

Ao analisar as vias genéticas de ambos os grupos de peixes, a equipe de pesquisadores encontrou que os peixes-zebras que receberam os suplementos mostraram uma redução nas vias metabólicas associadas com estresse: “ao mensurar os genes associados com estresse e ansiedade, nossos testes foram capazes de prever como este probiótico comum é capaz de beneficiar respostas comportamentais nestes peixes”, disse Daniel Davis, diretor assistente da MU Animal Modeling Core. “Essencialmente, a bactéria no intestino alterou a expressão do gene associada com vias relacionadas a estresse e ansiedade nos peixes, permitindo aumentada sinalização de particulares neurotransmissores”.

Para testar mais a sua teoria, os pesquisadores mensuraram os movimentos dos peixes nos tanques usando sofisticada medição por computador e ferramentas de imagem. Estudos anteriores de comportamento de peixes encontrou que peixes que estão estressados tendem a passar mais tempo no fundo de seus tanques. Uma vez que foi administrado probiótico para os peixes, eles tenderam a passar mais tempo na parte superior dos tanques — a mudança no comportamento indicando que estavam menos estressados ou menos ansiosos: “usando peixes-zebra, nós desenvolvemos uma plataforma relativamente barata para testar outras espécies de bactéria e probióticos e seu potencial beneficio em sistemas diferentes do corpo” Ericsson afirmou.

O estudo: “Lactobacillus plantarum attenuates anxiety-related behavior and protects against stress-induced dysbiosis in adult zebrafish”, foi publicado no Scientific Reports. O trabalho foi financiado pelo College of Veterinary Medicine. O conteúdo é exclusivamente de responsabilidade dos autores e não necessariamente representa a visão oficial das agências financiadoras.

 

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O Horário da Sessão de Psicoterapia está Relacionado com o Desfecho Clínico?

Segundo uma pesquisa, SIM! O período da manhã é o melhor horário para se ter uma sessão psicoterápica. O motivo você descobre lendo o texto abaixo 😉

Pacientes fazem mais progresso em superar ansiedade, medos e fobias quando suas sessões de terapia são marcadas pela manhã – é o que uma nova pesquisa sugere.

O estudo encontrou que sessões matinais ajudaram pacientes em psicoterapia a superarem seu pânico, ansiedade e evitação fóbica melhor, em parte por causa dos níveis de cortisol — um hormônio que é liberado naturalmente — que estão em seu nível mais alto, disse a psicóloga clínica Alicia E. Meuret, da Southern Methodist University, em Dallas: “acredita-se que o hormônio cortisol é o facilitador da extinção do medo em certas situações terapêuticas”, disse Meuret, autora principal da pesquisa. “Medicações para melhorar a extinção do medo estão sendo investigadas, mas elas podem ser difíceis de mostrar e podem produzir resultados mistos. Os achados de nosso estudo promovem tirar vantagem de dois agentes simples e ocorrendo naturalmente – nosso próprio cortisol e o período do dia”.

Os achados foram reportados no artigo cientifico “Timing matters: Endogenous cortisol mediates benefits from early-day psychotherapy”, que foi publicado na revista cientifica Psychoneuroendocrinology. Os co-autores são David Rosenfield, Lavanya Bhaskara, Thomas Ritz, Richard Auchus, Israel Liberzon e James L. Abelson.

O estudo explora, através de uma pesquisa, que a ansiedade e a fobia são melhores tratadas através da aprendizagem de informação corretiva (disciplinar). Pacientes com transtorno de ansiedade e transtornos fóbicos irão sobrestimar a ameaça que uma sensação ou situação pode causar. Mas pela exposição direta, um paciente aprende que a probabilidade de uma catástrofe esperada é bastante pequena: “por exemplo, um(a) paciente pode pensar que ficar de pé dentro de um elevador poderia causar a ele(a) perda de controle ou desmaio, sufocamento ou criar sintomas físicos que seriam intoleráveis”, Meuret disse. “Ao colocá-los de pé em um elevador por um tempo prolongado, o paciente aprende que o seu desfecho mais temido não ocorre, apesar dos altos níveis de ansiedade. Nós chamamos isto de aprendizagem corretiva”.

Contudo, já que nem todos os pacientes beneficiam-se igualmente de terapia de exposição, os pesquisadores identificam formas de melhorar a aprendizagem corretiva. Até agora, nenhuma forma simples para aumentar a extinção ao medo foi estabelecida. Acredita-se que o hormônio cortisol ajuda na extinção de medo. Parece que ele suprime a memória de medo estabelecida por anteriores encontros estressantes enquanto que, ao mesmo tempo, ajuda um paciente a melhor absorver e lembrar de nova informação corretiva.

“Em um estudo anterior, nós tínhamos mostrado que níveis mais altos de cortisol durante e em antecipação a exposição facilita a aprendizagem corretiva”, disse Meuret. “Nós também sabemos que o cortisol é mais alto logo de manhã cedo. Mas nós não sabíamos se o cortisol agiria como um mediador entre o período do dia e os ganhos terapêuticos. Isto é o que o nosso estudo investigou”.

Participantes no estudo foram 24 pessoas diagnosticadas com transtorno do pânico e agorafobia, que é o medo de lugares públicos onde uma pessoa sente-se aterrorizada, encurralada ou desamparada.

Para o estudo, os participantes passaram por um tratamento psicoterápico padrão de “terapia de exposição”, no qual pacientes são expostos a situações que podem tipicamente induzir seu pânico ou medo com a meta de que a exposição repetida pode ajudar a diminuir uma resposta de medo incapacitante ao longo do tempo.

Pacientes receberam sessões semanais ao longo de três semanas, cada uma durando uma média de 40 minutos. Situações de exposição incluíram edifícios altos, estradas e viadutos, lugares fechados tais como elevadores, supermercados, cinemas e transporte público tais como metrôs e trens e barcos entre cidades. Além disso, os níveis de cortisol foram medidos em vários horários durante cada sessão de exposição através da técnica de passar o cotonete dentro da boca para obter saliva. Na sessão seguinte a exposição, os pesquisadores mediram as avaliações das ameaças do paciente, seu comportamento de evitação, quanto controle eles perceberam-se tendo e a severidade de seus sintomas de pânico.

Avaliando os resultados destas medidas, os pesquisadores encontraram que a terapia de exposição em geral resultou em melhoras significantes em todas as medidas durante todos os períodos de tempo. Contudo, os pacientes tiveram os maiores ganhos em superar seus medos após as sessões que começaram mais cedo no dia. Na próxima sessão, os pacientes relataram menos sintomas severos de falta de avaliação de ameaça, comportamentos de evitação e severidade de sintomas de pânico. Eles também perceberam um maior controle sobre seus sintomas de pânico: “Particularmente, o cortisol mais alto estava relacionado a maiores reduções em avaliação da ameaça, controle percebido e severidade de sintoma de pânico na próxima sessão”, Meuret disse “e que esse foi o caso para além dos efeitos da hora do dia, com grande tamanho de efeito”.

Esse achado sugere que o cortisol é responsável por alguns dos efeitos terapêuticos associados com a hora do dia, ela disse.

Como os níveis de cortisol estavam geralmente mais altos pela manhã, os autores especularam que níveis mais altos de cortisol podem ajudar a extinção da aprendizagem e contribuem para melhorar os benefícios das sessões de exposição pela manhã através de tal mecanismo.

Entretanto, Meuret alertou que um mecanismo preciso pelo qual o cortisol melhora a efetividade de sessões de exposição matinais permanece pouco claro e não pode ser diretamente endereçado dos dados deste estudo. O tamanho da amostra do estudo foi pequena e os achados precisam ser confirmados independentemente, em estudos maiores, ela afirmou.

Meuret e sua equipe suspeitam que mecanismos adicionais estão em jogo para explicar o efeito da hora do dia. Outros fatores poderiam incluir memória e aprendizagem e o ritmo circadiano natural do corpo, quantidade e qualidade do sono, controle da atenção e interações entre estes fatores e outros.

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Psychotherapy sessions are best in the morning when levels of helpful hormone are high

Pensar Rápido e Sentir-se Saudável são Preditores de Vida Mais Longa?

Segundo uma pesquisa, a resposta é SIM!

Sofrer de condições médicas crônicas e engajar-se em comportamentos insalubres são conhecidos fatores de risco para morte prematura, mas achados de um estudo longitudinal com 6.000 adultos sugere que certos fatores psicológicos pode ser ainda preditores mais fortes de quanto tempo nós viveremos.

Os achados estão publicados no Psychological Science, uma revista científica da Association for Psychological Science.

“Nosso estudo mostra que duas variáveis psicológicas:  saúde referida mais precária e diminuições graduais relacionadas a idade (em velocidade de processamento), parecem ser  indicadores especialmente importantes de elevado risco de mortalidade na meia-idade e adultos mais velhos”, diz o cientista psicológico Stephen Aichele da University of Geneva, em Switzerland. “Esta informação pode facilitar a acurácia diagnóstica e as intervenções adequadas”.

Aichele e colaboradores Patrick Rabbitt (University of Oxford) e Paolo Ghisletta (University of Geneva) estavam interessados em investigar e relativa influência de variáveis cognitivas, demográficas, saúde e estilo de vida na predição de risco de mortalidade. Embora pesquisas anteriores tenham fornecido algumas pistas para os papéis desempenhados por estas variáveis, estudos longitudinais abrangentes foram poucos: “tem sido longamente conhecido que fatores específicos tais como doenças, desvantagem sócio-econômica, declínio cognitivo e apoio social determinam por quanto tempo nós sobrevivemos na velhice”, explica Aichele. “O problema tem sido que estes e outros marcadores para mortalidade tem sido testados separadamente ao invés de juntos. Dado que eles estão fortemente associados um com o outro, torna-se difícil determinar quais variáveis mais influenciam risco de mortalidade”.

Para endereçar este buraco na pesquisa disponível, Aichele e colaboradores checaram o Estudo Longitudinal de Cognição de Manchester, examinando 29 anos de dados coletados de 6.203 adultos que ocorreu na faixa etária de 41 a 96 anos de idade quando eles começaram o estudo.

Agregando dados de 15 diferentes tarefas, os pesquisadores olharam para o desempenho cognitivo dos participantes por cinco domínios de habilidade: inteligência cristalizada, inteligência fluida, memória verbal, memória visual e velocidade de processamento. Todas as tarefas de medidas (bem estabelecidas) de habilidade cognitiva – foram administradas para até quatro vezes por um período de 12 anos, permitindo aos pesquisadores avaliarem o início do desempenho dos participantes e mudança em desempenho ao longo do tempo para cada domínio.

Para estimar a saúde dos participantes, os pesquisadores usaram o Cornell Medical Index, uma medida que inclui detalhados checklists de um total de 195 sintomas patológicos relacionados a transtornos físicos e  psicológicos. Por último, os pesquisadores olharam para os reportes subjetivos dos participantes de vários fatores de estilo de vida, incluindo saúde percebida, número de remédios prescritos, padrões de sono, hobbies, leisure activities e interações sociais.

Usando dois tipos de análises estatísticas, os pesquisadores foram capazes de avaliar a relativa importância de um total de 65 variáveis diferentes em predição de risco de mortalidade dos participantes.

Os resultados revelaram que a saúde subjetiva e a velocidade de processamento mental foram dois dos mais fortes preditores – isto é, melhor percepção da saúde e menores reduções em velocidade de processamento ao longo do tempo estavam associados com risco de mortalidade reduzido. Ser mulher também estava associado com reduzido risco de mortalidade, enquanto que anos fumando tabaco estava associado com um aumentado risco de morte prematura.

A influência dos dois fatores psicológicos relativos a conhecidos fatores de risco médicos, tal como sintomas cardiovasculares, veio como uma surpresa: “o resultado de que variáveis psicológicas estão tão fortemente associadas com risco de mortalidade é bastante surpreendente porque evidência apóia a hipótese de que os preditores mais fortes de sobrevivência na velhice são de  natureza fisiológica ou médica”, explica Aichele.

Estes achados podem fornecer insights úteis para profissionais de saúde, que necessitam de  métodos melhores para identificar indivíduos em risco de morte prematura. “Endereçar as necessidades de uma população global envelhecendo requerirá considerar numerosos fatores de risco de morbidade e mortalidade, tais como variáveis demográficas, condições de saúde, capacidades funcionais, habilidades mentais e suporte social”, os pesquisadores concluíram.

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Quick thinking and feeling healthy predict longer life

Insegurança na Infância Pode Levar o Adulto a Ter Problemas para Lidar Com Estresse

Imagine dois candidatos em uma entrevista de emprego bem competitiva. Um deles lida com a pressão com facilidade e vai bem na entrevista. O outro candidato, contudo, sente-se bastante nervoso e tem um desempenho inferior. Por que algumas pessoas realizam as coisas melhor do que outras sob condições emocionalmente estressantes? Um indício pode encontrar-se em experiências da primeira infância, encontrou um estudo recente que foi publicado em 2016 na revista científica Frontiers in Human Neuroscience.

Vínculos emocionais com o nosso primeiro cuidador ou pai/mãe na primeira infância são pensados ser a base de nossa habilidade para regular nossas emoções quando adultos: “nós sabemos de outros estudos que a nossa estória de apego influencia diretamente como nós reagimos em situações sociais”, explicou a Dra. Christine Heinisch, uma das autoras do estudo, “mas e a reação a um estímulo neutro sob condições emocionais?”.

Um bom exemplo disto em nosso cotidiano, diz a Dra. Heinisch, é quando um carro está chegando em um semáforo. Sob condições neutras, é fácil para o motorista seguir o semáforo. Mas o que acontece sob condições emocionais? “Normalmente, as pessoas tendem a cometer mais erros, como parar em cima do sinal vermelho ou até passá-lo. Algumas vezes, elas param apesar do sinal ainda estar verde”, ela explica.

Mas nem todas as ações das pessoas são impactadas pelas emoções nas mesmas proporções. Alguns de nós tiveram cuidadores ou pais emocionalmente responsivos na infância, enquanto outros não tiveram. São estas experiências precoces, de acordo com a teoria de “apego” em psicologia, que influenciam a capacidade para regular emoções na idade adulta: “nós esperávamos que aqueles tendo problemas com regulação emocional cometeriam mais erros ao realizar uma tarefa – e uma variável significativa influenciando isto é a nossa experiência de apego”, disse a Dra. Heinisch. Para testar esta teoria, o grupo dela conduziu um estudo em sujeitos adultos com diferentes experiências de cuidador na infância. Os sujeitos no estudo realizaram uma atividade de identificar uma letra-alvo dentre uma série de cartões didáticos com letras. Esta tarefa foi administrada sob condições que evocaram um estado emocional positivo, neutro ou negativo. Os pesquisadores então avaliaram o desempenho na tarefa e analisaram registros de EEG de função cerebral em seus sujeitos.

Os resultados foram reveladores: os sujeitos que não tinham tido cuidadores emocionalmente responsivos na infância (apego inseguro) tiveram mais problema para realizar a tarefa sob condições emocionalmente negativas do que os outros (apego seguro). Eles também tiveram atividade cerebral mais baixa em resposta a letra-alvo sob condições negativas do que sujeitos que tiveram apego seguro.

O desempenho mais baixo na tarefa estava correlacionado com estratégias ineficientes para regulação emocional vistas em adultos com apego inseguro na infância. Isto poderia significar que uma maior parte de recursos cognitivos foi alocada para regular emoções e, consequentemente, menos estava disponível para realizar a tarefa.

Uma potencial limitação deste estudo é que as letras-alvo não estavam relacionadas as pistas fornecidas de contexto emocional, e portanto, tinham pouca relevância na vida real. Em estudos futuros, os autores planejam usar uma pessoa ou um objeto com significância emocional como alvo e situações socialmente relevantes como o contexto da tarefa.

Entretanto, uma coisa parece clara: as experiências emocionais na infância tem consequências duradouras para a capacidade do indivíduo para realizar uma dada tarefa.

 

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Insecure childhood can make dealing with stress harder in adulthood

Por quê Algumas Pessoas Sentem-se Impotentes em Situações Estressantes?

Estresse – todos nós temos bastante familiaridade com isso. Muitos de nós, mais do que nunca, estão sentindo a implacável pressão de vidas agitadas e ela está cobrando o seu preço. Nos Estados Unidos, o estresse relacionado ao males/doenças custa à nação U$300 bilhões todos os anos em gastos médicos e perda de produtividade.

Contudo, parece que algumas pessoas são capazes de lidar com este problema muito melhor do que outras. Alguns indivíduos são resilientes, enquanto outros sucumbem ao desespero. Os cientistas descobriram que a razão para isso está toda no cérebro. Ao mapear a atividade cerebral em ratos quando colocados sob estresse, os cientistas encontraram que ratos apresentando comportamento de desamparo tiveram atividade cerebral enormemente diferente daqueles exibindo um comportamento resiliente.

Certos padrões foram revelados no cérebro estressado e os cientistas identificaram uma lista de áreas cerebrais que poderiam ter um papel crucial para desempenhar em depressão induzida por estresse. Olhando para estas atividades cerebrais no estudo, a publicação no Frontiers in Neural Circuits, abre as possibilidades para identificar novos alvos para o tratamento de depressão.

Eles explicam que com a exceção de algumas áreas cerebrais, “ratos apresentando comportamento ‘de desamparo’ tiveram uma redução global no cérebro inteiro no nível de ativação neuronal comparada com ratos apresentando comportamento ‘resiliente’”.

“Além disso, os ratos “desamparados” apresentaram uma forte tendência a terem mais alta similaridade no perfil de atividade em todo o cérebro entre eles, sugerindo que o desamparo é representado por um maior padrão estereotípico de ativação no cérebro inteiro”, explicaram os autores do estudo.

Comportamento de desamparo frente ao estresse é claramente reconhecível no cérebro e comum a aqueles animais apresentando desamparo. Os cientistas disseram que “nós detectamos atividade cerebral anormalmente estereotípica em desamparo em animais”. Ratos exibindo “desamparo” tinham mais atividade cerebral em comum do que os ratos resilientes.

Adicionalmente, aqueles ratos que apresentaram comportamento de desamparo tinham níveis significativamente mais baixos de atividade cerebral geral. Os cientistas encontraram que isto incluiu o córtex pré-frontal, uma região cerebral associada com a organização dos nossos pensamentos e ações, e que tinham estado implicado em transtornos ansiosos  do humor. O grupo apresentando “desamparo” também apresentou ativação cerebral mais baixa em áreas vitais para o processamento de emoção e motivação, áreas importantes para o comportamento defensivo, aquelas fundamentais para coping o estresse e para aquelas associadas com aprendizagem e memória. Entretanto, houve uma área do cérebro que iluminou-se mais em ratos apresentando “desamparo” e que foi o locus coeruleus. De acordo com o estudo, isto fortemente sugere que a área tem um  papel significante a desempenhar em depressão induzida por estresse. Ela fornece uma oportunidade para estudo adicional e poderia ser significante para tratamentos futuros de depressão.

Mais pesquisas são requeridas para determinar se estas mudanças neurais estão causalmente relacionadas a expressão de desamparo ou resiliência. “Nossos achados fornecem novos insights em circuitos cerebrais fundamentando um modelo de depressão”, eles explicaram. “Eles tem o potencial para guiar futuros estudos objetivados para entender os diferentes papeis que especificas regiões cerebrais desempenham, assim como fornece novos alvos para o desenvolvimento de novas terapias”.

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Why people may feel more helpless in stressful situations than others

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O que a Incerteza Pode Causar na sua Saúde?

Se você está sempre nesse dilema de qual caminho seguir, ter grande dificuldade para escolher/decidir por questões, desde aquelas menores até as grandes decisões da vida, um profissional de saúde mental pode ajudar 😉

Saber que há uma pequena chance de receber um choque elétrico doloroso pode levar a significantemente mais estresse do que saber que você irá (com toda a certeza) levar um choque, encontrou um novo estudo da UCL, financiado pela Medical Research Council (MRC).

O estudo, publicado na Nature Communications, encontrou que as situações no qual os sujeitos tiveram 50% de chance de receberem um choque foi o mais estressante enquanto que as chances de 0% e 100% foram as menos estressantes. Pessoas cujos níveis de estresse acompanharam incerteza mais de perto foram melhores para adivinhar se elas receberiam ou não um choque, sugerindo que o estresse pode advertir julgamentos de risco.

O experimento envolveu 45 voluntários que jogaram um jogo no computador no qual eles viravam pedras que poderiam ter cobras embaixo delas. Eles tinham que adivinhar se haveria ou não uma cobra e quando eles receberiam um choque elétrico (ligeiramente doloroso) na mão. Ao longo do tempo, eles aprenderem que as pedras eram prováveis de ter cobras, mas aquelas probabilidades mudaram ao longo do experimento, gerando níveis flutuantes de incerteza.

A incerteza dos participantes de que qualquer pedra teria uma cobra sob ela foi estimada das adivinhações usando um sofisticado modelo computacional de aprendizagem. Esta incerteza foi compatível aos níveis de estresse reportados pelos participantes, que foram também  monitorados usando medidas de dilatação da pupila e transpiração. “Usando nosso modelo, nós pudemos predizer  o quanto os nossos sujeitos estariam estressados, não apenas de se eles levaram choques mas também em relação a quanta incerteza eles tinham sobre estes choques”, explica o autor Archy de Berker (UCL Institute of Neurology). “Nosso experimento permite-nos tirar conclusões sobre o efeito da incerteza no estresse. Acontece que é muito pior não saber se você levará o choque do que saber que você (com toda certeza) receberá ou não ele. Nó vimos exatamente os mesmos efeitos em nossas medidas fisiológicas – as pessoas suam mais e suas pupilas ficam maiores quando elas estão mais incertas”.

Esta é a primeira vez que o efeito da incerteza no estresse foi quantificado, mas o conceito é provavelmente familiar para muitas pessoas. “Quando você candidata-se para um trabalho, provavelmente irá sentir-se mais relaxado se pensar que é um azarão ou sentir-se confiante de que “já está no papo”, diz o co-autor Dr. Robb Rutledge (UCL Institute of Neurology e Max Planck UCL Centre for Computational Psychiatry and Ageing Research). “O cenário mais estressante é quando você realmente não sabe. É a incerteza que nos deixa ansiosos. O mesmo se aplica em muitas situações familiares, quer seja por estar esperando por resultados médicos ou informação sobre atrasos de trens”.

O estresse no mundo moderno é frequentemente visto como sendo uma resposta negativa e contra-produtiva, mas o estudo também encontrou um potencial beneficio. Pessoas, cujas respostas de estresse aumentaram mais em períodos de enorme incerteza foram melhores em julgar se uma determinada pedra teria cobras sob elas.

“De uma perspectiva evolucionária, nossos achados de que respostas ao estresse estão em sintonia com a incerteza ambiental sugere que pode ser oferecido algum beneficio de sobrevivência”, explica o autor Dr. Sven Bestmann (UCL Institute of Neurology). “Apropriadas respostas de estresse podem ser úteis para aprender sobre incerteza e coisas perigosas no ambiente. A vida moderna chega com muitas fontes potenciais de incerteza e estresse, mas tem também introduzido formas de endereça-las. Por exemplo, aplicativos de táxi que mostram onde um carro está, pode oferecer tranquilidade ao reduzir a incerteza sobre quando ele chegará. Quadros de informação em tempo real nos pontos de ônibus e plataformas de trem tem um papel similar, embora isto possa ser prejudicado por atrasos indeterminados que causam estresse para passageiros e funcionários da mesma forma”.

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A Forma como Você Percebe o Estresse é Mais Importante do que a Frequência Dele

Como você percebe e reage aos eventos estressantes é mais importante para sua saúde do que a frequência com o qual você se deparou com o estresse, de acordo com os pesquisadores de saúde da Penn State e Columbia University.

É conhecido que o estresse e as emoções negativas podem aumentar o risco de doença cardíaca, mas as razões do porquê não são bem conhecidas. Um potencial caminho ligando o estresse a futura doença do coração é a desregulação do sistema nervoso autonômico — um caso de um sistema nervoso auto-regulado normal, de uma pessoa, saindo do caminho.

Nancy L. Sin e colaboradores queriam descobrir se o estresse da vida diária e a variabilidade da frequência cardíaca — uma medida de regulação autonômica do coração — estão ligados. Variabilidade da frequência cardíaca é a variação em intervalos entre batimentos cardíacos consecutivos.

“Maior variabilidade de frequência cardiaca é melhor para a saúde a medida em que ela reflete a capacidade para responder a desafios”, disse Sin, do Center for Healthy Aging and in the department of biobehavioral health da Penn State. “Pessoas com uma variabilidade de frequência cardíaca mais baixa tem um risco maior de doença cardiovascular e morte prematura”.

Depressão e eventos estressantes importantes são conhecidos como danosos para a saúde, mas menos atenção tem sido dada para as consequências para a saúde de frustrações e aborrecimentos no quotidiano. Anterior a esta pesquisa, muito poucos estudos tinham olhado para a relação entre a variabilidade da frequência cardíaca e os eventos estressantes diários.

Sin e colaboradores analizaram dados coletados de 909 participantes, incluindo entrevistas diárias por telefone, durante oito dias consecutivos e os resultados de um eletrocardiograma. Eles reportaram online seus achados na Psychosomatic Medicine. Os participantes estavam na faixa etária de 35 a 85  e foram retirados de um estudo nacional.

Durante as entrevistas diárias pelo telefone, foi pedido aos participantes para reportar os eventos estressantes que tinham experienciado naquele dia, pontuando o quão estressante cada evento tinha sido, escolhendo “de jeito nenhum”, “não muito”, “um pouco” ou “bastante”. Foi perguntado a eles também sobre suas emoções negativas naquele dia, tal como sentimentos de raiva, tristeza e nervoso. Em média, os participantes reportaram ter, pelo menos, uma experiência estressante em 42% das dias de entrevista e estas experiências foram geralmente classificadas como “um pouco” estressante.

Os pesquisadores encontraram que os participantes que reportaram muitos eventos estressantes em suas vidas não eram necessariamente aqueles que tinham uma variabilidade de frequência cardíaca mais baixa. Não importa quantos poucos eventos estressantes uma pessoa defronta-se, foram aqueles que perceberam os eventos como mais estressantes ou que experienciaram um pico maior de emoções negativas que tinham variabilidade de frequência cardíaca mais baixa – significando que estas pessoas podem estar em um maior risco para doença do coração.

“Estes resultados nos dizem que as percepções e reações emocionais da pessoa a eventos estressantes são mais importantes do que a exposição ao estresse em si”, disse Sin. “Isto soma-se a evidência de que pequenos aborrecimentos podem acumularem-se para influenciar a saúde. Nós esperamos que os achados ajudem a esclarecer o desenvolvimento de intervenções para melhorar o bem-estar na vida diária e para promover uma saúde melhor”.

 

O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:

How you perceive stress is more important than its frequency, study suggests

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Estresse Materno Causa Impacto na Vida Sexual do Casal

Essa transição de vida ao ganhar um filho é algo que pode trazer não apenas felicidade, mas também muito estresse. Muitas pesquisas são feitas nessa área da maternidade/paternidade e esta abaixo é uma delas 😉

Esta foi uma tradução livre do texto publicado em inglês:

Mothers’ parenting stress impacts both parents’ sexual satisfaction

Vamos ao post!

Pais de primeira viagem estão apenas um pouco satisfeitos com suas vidas sexuais, de acordo com pesquisadores da Penn State que acompanharam pais regularmente após os seus filhos terem nascido. E um fator que parece estar reduzindo a satisfação de sua vida sexual é o estresse das mães como mãe de primeira viagem.

“A transição de paternidade/maternidade tem ganhado importância recentemente”, disse Chelom E. Leavitt, estudante de doutorado na área de desenvolvimento humano e estudos de família. “Nós sabemos que satisfação sexual é um elemento importante nos relacionamentos, mas pelo que nós sabemos, não tinha sido antes estudado nesta transição. Nós queremos saber como o estresse parental afeta a satisfação sexual”.

Leavitt e colaboradores olharam para dados de 169 casais heterossexuais “grávidos” que tinham participado do programa de prevenção Family Foundations. Foi perguntando aos casais sobre o estresse parental que eles estavam experienciando seis meses após o nascimento do seu bebê. Doze meses após o nascimento do bebê, os pais reportaram sobre sua satisfação sexual como um todo.

“Curiosamente, nós encontramos que o estresse parental dos homens não teve impacto nem na satisfação sexual da mulher e nem na satisfação do homem”, disse Leavitt.

Mas a quantidade de estresse parental que as mulheres sentiram afetou a satisfação sexual de ambos os pais. Os pesquisadores reportaram seus resultados na revista científica Sex Roles.

Leavitt apontou que mulheres geralmente carregam a responsabildade maior em cuidar do recém-nascido, e pressões sociais podem levar mulheres a esforçarem-se para ser a “mãe perfeita”.

“Quando novas mamães sentem-se fatigadas pelas responsabilidades adicionais da maternidade, elas podem sentir-se menos sexuais”, afirmou Leavitt. “O relacionamento sexual é interdependente, então quando uma mãe sente estresse maior devido a maternidade, não apenas está a sua satisfação sexual diminuída, mas a satisfação sexual do pai também está afetada”.

Aos seis meses de acompanhamento, foi pedido a cada pai/mãe para classificar afirmações pertinentes ao estresse de se tornar pai/mãe em uma escala de 1, fortemente discordo a 5, fortemente concordo. As afirmações incluíam “eu me vejo desistindo mais da minha vida para satisfazer as necessidades do(a) meu(minha) filho(a) mais do que eu jamais esperei” e “meu(minha) filho(a) sorri para mim muito menos do que eu esperava”.

Um ano após se tornar pai/mãe, as mães e os pais completaram a afirmação: “em relação a sua vida sexual com o seu cônjuge, você diria que você está no geral…”, com uma escala de 1, (não satisfeito de jeito nenhum) a 9 (bastante satisfeito).

Leavitt e colaboradores encontraram que mães reportaram maior satisfação sexual aos 12 meses do que os pais, 69% das mulheres reportaram que elas estavam de um pouco a bastante satisfeita com suas vidas sexuais — um 6 ou acima na escala — e 55% dos homens reportaram estar de um pouco a bastante satisfeitos.

“Este foi um bom ponto de partida para as pessoas entenderem como o estresse parental afeta a satisfação sexual,” atestou Leavitt.

Esta pesquisa pode ajudar pais, terapeutas e outros a ajudar mães e pais de primeira viagem a entender melhor as pressões decorrentes da transição da maternidade/paternidade. Leavitt apontou que pesquisas futuras necessitarão incluir populações mais diversas, incluindo diferentes etnias, faixas etárias, orientações sexuais e categorias sócio-econômicas.