De acordo com as pesquisas, a resposta é SIM 🙂
Abaixo segue a tradução livre de um texto escrito em inglês sobre esse tema 😉
Vamos ao texto 😉
Sintomas de doença não estão inevitavelmente atados a uma doença subjacente – ou melhor, muitos organismos, incluindo os humanos, adaptam a expressão de seus sintomas para ajustar-se as suas necessidades. Esse é o achado do pesquisador Leonid Tiokhin, da Arizona State University, cuja pesquisa aparece no Quarterly Review of Biology.
Tiokhin, usa a teoria evolucionária para entender o comportamento humano e psicologia, e está especialmente interessado na evolução do comunicação. Seu artigo, “Do Symptoms of Illness Serve Signaling Functions? (Hint: Yes)”, argumenta que mudar a expressão do sintoma para modificar o comportamento dos outros pode ser benéfico em várias formas diferentes. Por exemplo, fingir ou exagerar sintomas de doença pode ser a causa de um indivíduo receber ajuda extra e suporte social de outros, ou pode ainda prevenir de outros indesejáveis interagir com eles.
Alternativamente, suprimir sintomas de doença pode prevenir exploração por aqueles que aproveitam-se do fraco, assim como prevenir evitação por potenciais companheiros. Em alguns casos, pode até beneficiar os organismos para auto-induzir doença, na verdade causando a patologia, se os custos que eles pagam para fazê-lo são superados pelos benefícios sociais.
A contribuição-chave de Tiokhi é seu desenvolvimento de uma estrutura conceitual compreensiva para entender como, quando e porque sintomas tem indicadas funções. Ao fazer isso, ele sugere que a teoria da sinalização pode esclarecer alguns enigmas existentes há muito tempo no campo médico, tais como: como pode os sintomas existirem sem doença e porque a severidade do sintoma flutua em diferentes contextos.
