Combinação de Medicações Oferece Melhores Resultados para Pacientes com TDAH

Três estudos que apareceram na edição de agosto de 2016 da revista científica Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry (JAACAP) reportaram que combinar duas medicações-padrão poderia levar a maior melhoras clínicas para crianças com transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) do que só a terapia sozinha para TDAH.

Atualmente, estudos mostram que o uso de várias medicações para TDAH resultam em significantes reduções em sintomas de TDAH. Contudo, até agora não há evidência conclusiva que estes tratamentos com droga-padrão também melhoram desfechos acadêmicos, sociais e clínico a longo prazo. A pesquisa sugere que ambos a severidade de sintomas de TDAH e o grau de disfunção cognitiva que permanece (apesar do tratamento), contribui para desfechos mais pobres. Como resultado, tratamentos mais efetivos precisam ser identificados. Um método para identificar tratamentos mais efetivos é incluindo medidas objetivas dos efeitos de tratamentos de TDAH em funcionamento cerebral, que a maioria dos estudos clínicos não fazem. Usar objetivos marcadores biológicos (ou biomarcadores) da resposta dos pacientes aos tratamentos de TDAH poderia substancialmente avançar o conhecimento de mecanismos neurais subjacendo os efeitos de tratamento, ajudando os pesquisadores a entender o por que há diferenças em respostas individuais.

Ao recrutar uma amostra de crianças e adolescentes de 7 a 14 anos de idade com e sem TDAH, um grupo de pesquisadores liderados pelos Drs. James McCracken, Sandra Loo e Robert Bilder, da UCLA Semel Institute, realizaram três estudos interligados, examinando os efeitos de combinação de medicações-padrão em medidas clínicas, cognitiva e de atividade cerebral. Tratamento combinado foi hipotetizado para ser superior às duas medicações-padrão, que são o d-metilfenidato e guanfacina, em ambos desfechos (clínico e cognitivo) e foi esperado mostrar um perfil distinto de efeitos nas atividades de onda cerebral (EEG). Participantes com TDAH foram randomizadamente alocados para oito semanas de tratamento duplo-cego com ou d-metilfenidato ou guanfacina ou uma combinação dos dois.

Resultados clínicos mostraram consistentes benefícios agregados a terapia combinada em relação aos dois tratamentos isolados, especialmente para sintomas de falta de atenção e índices de resposta mais globais. A taxa de boa resposta clínica foi de 62-63% no uso da terapia medicamentosa isolada a 75% na terapia combinada.

Os autores argumentam que os efeitos pequenos mas consistentemente melhores de tratamento do tratamento combinado, podem ter significância a longo-prazo, assim como sintomas menos severos podem levar a melhores desfechos. O funcionamento cognitivo mostrou um padrão ligeiramente diferente. A memória de trabalho melhorou com ambas combinações. Guanfacina, contudo, não mostrou mudança na função de memória de trabalho apesar de melhora na sintomatomalogia do TDAH. Por fim, o estudo de EEG mostrou que apenas a terapia combinada resultou em melhoria nos padrões  de atividade cerebral que estavam associados com sintomas reduzidos de TDAH e melhoria das funções cognitivas. Conjuntamente, os resultados dos três estudos sugerem que a terapia combinada resultou nos melhores desfechos através de vários diferentes domínios de função, incluindo mudança de sintoma de TDAH, desempenho de memória de trabalho e padrões  de atividade cerebral.

“O TDAH é o diagnóstico mais comumente encontrado (dos transtornos neuropsiquiátricos) em crianças, e nós sabemos muito bem os riscos que ele representa para o sucesso do futuro da criança em cada área de funcionamento. Nossos tratamentos atuais claramente beneficiam a maioria das crianças a curto-prazo, mas nós temos ainda que encontrar formas para proteger aquelas com TDAH de sofrerem muitos dos riscos à longo-prazo”, McCracken disse. “Embora nós estejamos encorajados por algumas das vantagens que nós observamos do tratamento combinado, nós temos um longo trajeto a seguir ainda em desenvolvimento para as intervenções para TDAH, como visto pelos efeitos cognitivos mais limitados”.

“Estes dados enfatizam a importância de considerar a cognição como um desfecho importante”, disse Bilder. “No futuro, nós poderemos ser capazes de utilizar múltiplos métodos objetivos, tais como testagem cognitiva e EEG para individualmente otimizar tratamentos, mas mais trabalhos são necessários, incluindo os estudos de tratamento a longo-prazo com comprovação clínica e benefícios cognitivos”, Dr. Loo adicionou. “O uso de medidas biológicas objetivas em diagnóstico e tratamento pode também ajudar a reduzir estigma, aumentar a aceitação do transtorno e, mais acuradamente monitorar a resposta de tratamento para produzir melhores desfechos”.

Baseados nestes achados, os autores concluem que combinar estimulantes com medicações como guanfacina garante melhor resultado mesmo em crianças com TDAH  que se beneficiam de monoterapias. Tratamento combinado, com apropriado monitoramento, foi igualmente bem tolerado e seguro nestes estudos anteriores. Uma maior análise dos efeitos cognitivos de tratamentos é necessária para melhorar desfechos clínicos. Além disso, outras estratégias de tratamento que podem produzir benefícios mais sólidos são necessárias. A medida que a tecnologia avança, os autores esperam que mais medidas objetivas de resposta possam abrir caminho para uma prática de rotina. Mesmo com tais melhorias, a origem de diferenças individuais na resposta ao tratamento de TDAH permanece amplamente desconhecida. Adicionais pesquisas a longo-prazo sobre os benefícios de tratamentos combinados em amostras maiores são necessárias para confirmar estes achados e para mais avanço no cuidado clínico. Se validados, os tratamentos combinados destes ou potencialmente outras combinações têm o potencial para melhorar dramaticamente as vidas de muitos indivíduos com TDAH.

 

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http://www.psypost.org/2016/08/combining-medications-offer-better-results-adhd-patients-44091

Pessoas Que Experienciaram Eventos Traumáticos Quando Crianças São Mais Empáticas Quando Adultas

Uma nova pesquisa fornece evidência que experiências traumáticas na infância estão associadas com níveis de empatia na idade adulta. O estudo, publicado na PLOS One, indica que pessoas que experienciaram eventos traumáticos quando crianças são melhores para responder aos estados emocionais de outros quando adultos: “minha experiência fazendo trabalho clínico como psicoterapeuta com crianças e adultos inspiraram esta pesquisa”, disse o autor do estudo David M. Greenberg, da University of Cambridge e da City University of New York.

Os pesquisadores entrevistaram 387 adultos via Amazon Mechanical Turk acerca das histórias deles de trauma na infância e nível de empatia. Eles também entrevistaram outros 442 adultos usando um diferente instrumento para medir empatia.

Em ambos os grupos, os adultos que reportaram experienciar um evento traumático na infância tenderam a ter níveis mais altos de empatia. Eventos traumáticos incluíram a morte de um amigo bem próximo ou membro da família, divórcio parental ou discórdia, experiências sexuais traumáticas tais como abuso e serem submetidos a violência: “leitores deste estudo deveriam ter em mente que há caminhos para crescimento pessoal e resiliência após experienciar um trauma”, de acordo com Greenberg.

Trauma na infância foi apenas associado com níveis elevados de empatia afetiva. Não estava ligado a níveis mais altos de empatia cognitiva: “empatia cognitiva (também conhecida como ‘mentalizing’) é a capacidade de entender os pensamentos e sentimentos de uma outra pessoa enquanto a empatia afetiva é a capacidade de responder ao estado mental de uma outra pessoa com uma emoção apropriada”, o estudo explicou.

“Os maiores alertas deste estudo são que ele baseou-se em auto-relatos e dados retrospectivos. Estudos futuros precisam usar uma abordagem longitudinal”, disse Greenberg.

“Leitores precisam também encontram seus escores de empatia indo ao website www.musicaluniverse.org e selecionando a opção ‘seu tipo cerebral’”.

O estudo, “Elevated empathy in adults following childhood trauma“, foi autorado por David M. Greenberg, Simon Baron-Cohen, Nora Rosenberg, Peter Fonagy e Peter J. Rentfrow.

 

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Texto originalmente publicado em inglês no Psypost:

https://www.psypost.org/2018/11/people-who-experience-traumatic-events-as-children-are-more-empathetic-as-adults-52640

Estudo Aponta que Crianças Fisicamente Ativas São Menos Deprimidas

Estudos anteriores já tinham mostrado que adultos e jovens que são fisicamente ativos tem um risco menor de desenvolver depressão. Mas o mesmo efeito não tinha sido estudado em crianças – até este momento.

Resultados de um novo estudo está mostrando que crianças recebem o mesmo efeito benéfico de estar ativo. Nós estamos falando de moderada a vigorosa atividade física que leva as crianças a suarem ou ficarem ofegantes.

Pesquisadores da Norwegian University of Science and Technology (NTNU) e NTNU Social Research seguiram centenas de crianças por quatro anos para ver se poderiam encontrar uma correlação entre atividade física e sintomas de depressão.

Pesquisadores examinaram um pouco menos de 800 crianças quando elas tinham seis anos de idade e conduziram examinações de seguimento com aproximadamente 700 delas quando elas tinham 8 e 10 anos de idade. Atividade física foi medida com acelerômetros, que serviu como um tipo de pedômetro avançado e pais foram entrevistados sobre a saúde mental de seus filhos: “ser ativo, suar e fazer algazarra oferece mais do que apenas benefícios de saúde física. Elas também protegem contra a depressão”, diz Tonje Zahl, da NTNU. Ela é a primeira autora do artigo sobre os achados do estudo, que foi recentemente publicado na edição de fevereiro de 2017, da Pediatrics.

O trabalho foi conduzido como parte do Tidlig Trygg i Trondheim, um estudo realizado durante vários anos, sobre desenvolvimento infantil e saúde mental.

Crianças de seis e oito anos de idade fisicamente ativas mostraram menos sintomas de depressão quando foram examinadas dois anos mais tarde. Atividade física, portanto, parece proteger contra o desenvolvimento de depressão: “isto é importante saber, porque pode sugerir que a atividade física pode ser usada para prevenir e tratar depressão já na infância”, diz Silje Steinsbekk, professora associada do departamento de Psicologia da NTNU.

Steinsbekk enfatiza que estes resultados deveriam agora serem testados em estudos randomizados onde os pesquisadores aumentariam a atividade física da criança e examinariam se aquelas que participaram nestas medições têm menos sintomas de depressão ao longo do tempo do que aquelas que não participaram: “nós também estudamos se as crianças que tinham sintomas de depressão eram menos fisicamente ativas ao longo do tempo, mas não encontrou-se ser esse o caso”, ela disse.

Achados anteriores em adolescentes e adultos mostraram que estilos de vida sedentários – como assistir televisão e jogar no computador – estão associados com depressão, mas o estudo com criança, da NTNU, não encontrou correlação entre depressão e um estilo de vida sedentário.

Sintomas depressivos não levaram a maior inatividade e um estilo de vida sedentário não aumentou o risco de depressão.

Então, a mensagem para pais e profissionais de saúde é: promova a atividade física, que significa que a criança fica um pouco suada e ofegante. Tente andar de bicicleta ou uma brincadeira fora de casa. Limitar o tempo da criança de uso da TV ou iPad não é o bastante: crianças precisam, na verdade, de um aumento de atividade física.

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http://www.psypost.org/2017/01/study-physically-active-children-less-depressed-47241

Cientistas Descobrem Resposta de Ansiedade Ligada a Áreas Cerebrais de Controle do Movimento

Pesquisadores descobriram que a resposta a ansiedade em adolescentes pode incluir não apenas as partes do cérebro que lidam com as emoções (o sistema límbico), como tem sido acreditado por muito tempo, mas também centros de controle do movimento no cérebro, que pode estar associado com inibição do movimento quando estressado (“congelamento”). Este é um pequeno estudo longitudinal, apresentado na conferência da ECNP, em Viena.

Um grupo de pesquisadores italianos e canadenses fizeram uma seleção de crianças ansiosas sociais e um grupo controle, da infância à adolescência. Os pesquisadores testaram 150 crianças de idades de 8/9 anos, para sinais de inibição social. Alguns destes mostraram ter sinais precoces de ansiedade social e uma tendência aumentada para abster-se de situações sociais. Elas também tiveram mais dificuldade para reconhecer emoções, em particular rostos expressando raiva.

As crianças ansiosas, mais as do grupo controle, foram então acompanhadas até a adolescência. Na faixa etária de 14-15 anos, foram testadas novamente para ver se sinais de ansiedade social tinham desenvolvido. Os pesquisadores também usaram MRI funcional para testar como os cérebros dos adolescentes responderam a expressões faciais de raiva.

A pesquisadora Laura Muzzarelli que faz parte do estudo, disse: “nós encontramos que quando foi apresentada uma cara de raiva, o cérebro de adolescentes socialmente ansiosos mostraram atividade aumentada da amígdala, que é a área do cérebro relativa as emoções, memória e como nós respondemos a ameaças. Curiosamente, nós também encontramos que isto produziu inibição de algumas áreas motoras do cérebro, o córtex pré-motor. Esta é uma área que ‘prepara o corpo para ação’ e para específicos movimentos. Esta é a primeira prova concreta de que emoções fortes produzem uma resposta em áreas do cérebro relativas ao movimento. Adolescentes que não apresentam ansiedade social tendem a não apresentar a inibição nos centros de movimento. Nós ainda não sabemos como esta inibição repercute no movimento – pode ser que isto tenha algo a ver do porquê algumas vezes nós ‘congelamos’ quando estamos assustados ou sob forte estresse emocional, mas isto ainda tem de ser testado. O que ela nos dá é uma possível explicação para algumas inibições motoras associadas com estresse emocional. Nós precisamos reconhecer que há algumas limitações para este trabalho. Nós começamos este estudo de 6 anos com 150 crianças, mas no momento em que chegamos na adolescência, reduzimos a área para apenas 5 crianças com ansiedade social e 5 com ansiedade social menos severa, então é uma amostra pequena”.

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Scientists discover response to anxiety linked to movement control areas in brain

Crianças com TDAH Podem Beneficiar-se de Certos Comportamentos Saudáveis

Um novo estudo mostra que crianças com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) seguem menos comportamentos de estilo de vida saudável do que crianças que não tem o TDAH, sugerindo que elas podem beneficiarem-se de melhores escolhas de estilo de vida tais como aumentar o consumo de água, diminuir o tempo exposto aos eletrônicos e fazer, pelo menos, uma hora de atividade física por dia.

O transtorno é tipicamente manejado com prescrições como Adderall ou Ritalina, embora muitos pais estejam preocupados com os efeitos colaterais destas medicações e interessados em formas alternativas para minimizar sintomas em seus filhos. O novo estudo, publicado online no Journal of Attention Disorders, é o primeiro a examinar o número total de comportamentos de estilo de vida saudável que crianças com TDAH seguem, quando comparadas a crianças típicamente em desenvolvimento: “muitos pais de crianças diagnosticadas com TDAH não querem que seus filhos tomem medicações”, disse Kathleen Holton, autora do estudo e professora na American University’s Department of Health Studies. “Ter seus filhos seguindo comportamentos de estilo de vida saudável pode ser uma intervenção efetiva em conjunto com ou no lugar de medicações tradicionais para TDAH”.

Holton e o co-autor Joel Nigg, da Oregon Health & Science University, olharam para se ou não crianças na faixa etária de 7 a 11 anos estavam seguindo recomendações de saúde fundamentais para esta faixa etária, da American Academy of Pediatrics, a National Sleep Foundation e o U.S. Department of Agriculture.

Recomendações incluem não ficar mais do que 1 a 2 horas de total de tempo exposto aos eletrônicos diariamente;  fazer, pelo menos, 1 hora de atividade física diariamente; limitar o consumo de bebidas açucaradas; ter de 9 a 11 horas de sono por noite e consumir de 7 a 10 copos de água diariamente, dependendo da idade. Holton e Nigg criaram um índice de estilo de vida para sumarizar o número total de comportamentos de estilo de vida saudável aderido por 184 crianças com TDAH quando comparada a um grupo controle de 104 crianças sem TDAH.

De acordo com os resultados do estudo, crianças com TDAH foram mais propensas a consumirem suco artificialmente doce, menos propensas a lerem por mais de uma hora por dia, mais propensas a terem mais do que duas horas de uso de eletrônicos por dia e mais propensas a engajarem-se em menos horas de atividade física durante a semana. Pais de crianças com TDAH foram também muito mais propensos a reportarem que seu filhos tinham dificuldade de pegar no sono, a reportarem preocupação sobre os hábitos de sono do filho e medo de que os problemas do sono pudessem estar levando a questões de comportamento. Estas associações aconteceram até naquelas crianças que não estavam fazendo uso de medicação para TDAH, que é conhecida por causar perturbação do sono: “pais de crianças dom TDAH deveriam conversar com o pediatra sobre como melhorar os comportamentos de saúde, tais como limitar o uso de eletrônicos, encorajar atividade física, melhor rotinas da hora de dormir e beber água ao invés de outras bebidas”, Holton afirmou.

Em quase todos os estudos de TDAH, a condição da criança é frequentemente avaliada apenas por uma única questão do questionário sobre diagnóstico passado. Holton e Nigg empregaram um rigoroso desenho de estudo que envolveu o relato dos pais, entrevistas diagnósticas e consenso de dois experts clínicos para rastreamento de TDAH e transtornos psiquiátricos adicionais.

O estudo é limitado pelo fato de que é apenas olhado para os comportamentos das crianças em um ponto de tempo. Contudo, os resultados sugerem que pesquisas futuras de ensaios clínicos são necessárias para quantificar o impacto de uma combinada intervenção de estilo de vida em sintomas de TDAH. É possível que mudar de uma vez comportamentos múltiplos de estilo de vida pode levar a outros comportamentos saudáveis: “por exemplo, atividade física aumenta a sede, fazendo com que o consumo de água seja mais atrativo. Atividade física pode também contrabalança o tempo gasto com uso de eletrônicos e pode melhorar o sono. Similarmente, a remoção de bebidas cafeinadas previne seu efeito diurético, ajuda a aumentar o consumo de água e pode ajudar a prevenir perturbação do sono”, Holton disse. “A pesquisa em resultados de saúde em crianças com TDAH continua a oferecer novos insights, focando-se no número total de comportamentos de estilo de vida saudáveis que pode se tornar importante”.

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Children with ADHD may benefit from following healthy behaviors

Ansiedade e Depressão Parental Estão Relacionadas a Problemas para Comer em Pré-Escolares?

Ansiedade e/ou depressão parental durante a gravidez e antes do filho começar a escola está associada a um aumentado risco dessa criança se tornar um “comedor exigente”, encontra uma pesquisa publicada online nos Archives of Disease in Childhood.

As associações foram evidentes para mães em ambos os períodos de tempo, mas apenas durante o período pré-escolar para os pais, os achados indicam.

O comportamento de “comedor exigente”, que é caracterizado pela consistente rejeição de determinadas comidas, é comum na infância e uma frequente fonte de preocupação para os pais, dizem os pesquisadores.

Tem sido associado com constipação, problemas de peso e questões comportamentais na criança. E tem estado associado a ansiedade e depressão pós-parto em mães.

Mas não tem estado claro se a ansiedade/depressão é causada pelos padrões alimentares da criança ou é o próprio padrão alimentar um fator de risco, nem é conhecido qual potencial impacto o estado mental do pai pode ter.

Em uma tentativa de responder a estas questões, os pesquisadores interrogaram participantes no Generation R study, que tem estado rastreando a saúde e bem-estar de crianças desde a gestação adiante desde 2002 na Holanda.

A análise atual foi baseada em 4746 pares de mães e filhos e 4144 pais, cujos filhos tinham todos nascidos entre 2002 e 2006.

Foi pedido aos pais para completarem um questionário (o BSI) durante a metade do período da gravidez e então novamente três anos mais tarde, para avaliar seus próprios sintomas de ansiedade e depressão. E mães completaram um outro questionário (o CEBQ) em padrões alimentares na infância, quando seus filhos chegaram aos 4 anos de idade. Pais também preencheram algumas questões sobre padrões alimentares de seus filhos quando eles tinham 3 anos de idade.

Aos 3 anos, aproximadamente 30% das crianças foram classificadas como comedores exigentes.

Após levar em conta os fatores influentes, tais como nível educacional e renda familiar, ansiedade materna durante a gravidez e durante o período pré-escolar, foram ambos independentemente associados com comportamento de comer exigente na época que o filho tinha 4 anos de idade. Isto foi independentemente de seus próprios sintomas quando a criança tinha 3 anos.

Cada adicional ponto que as mães fizeram na escala de ansiedade na gravidez estava associado com um ponto extra na pontuação, denotando a característica de comedor exigente no filho.

Entre os pais, apenas ansiedade durante o período pré-escolar estava associado com a característica de comedor compulsivo, no filho.

Análise adicional mostrou que não apenas eram clinicamente altas as pontuações de ansiedade maternal associada com comer de forma exigente, mas também pontuações que eram acima da média, comparadas com mães que pontuaram na média ou abaixo da média.

Assim como para a depressão, a pontuação maternal mais alta durante o período pré-natal assim como 3 anos após o nascimento estavam independentemente relacionadas a pontuações mais altas de comedores exigentes entre seus 4 anos. Os resultados foram similares para os pais.

Este é um estudo observacional, então não há conclusões definitivas que possam ser elaboradas sobre causa e efeito, mas os achados corroboram aqueles de outras pesquisas, dizem os autores do estudo.

E os achados de que os sintomas pré-natal das mães predisseram um comportamento de comedor exigente de 4 anos de idade, independentemente de se ela tinha sintomas quando a criança tinha 3 anos, “sugere fortemente que a direção das associações com sintomas pré-natais nas mães é de mãe para filho”, eles escreveram.

“Terapeutas deveriam estar cientes de que não apenas ansiedade severa e depressão, mas também formas mais leves de problemas internalizados, podem afetar comportamento alimentar na criança”, eles acrescentam.

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Parental anxiety and depression linked to pre-schoolers’ fussy eating

Estudo da Atividade Cerebral Mostra como os Comerciais de Comida Influenciam as Escolhas de Comida das Crianças

A publicidade de alimentos é uma indústria multimilionária, com aproximadamente 1.8 bilhões de dólares ganhos anualmente direcionados para crianças e adolescentes, que vêem entre 1.000 e 2.000 de anúncios por ano. Alguns estudos têm mostrado que há uma relação entre receptividade a comerciais de comida e o montante e tipo de comida consumida. Em um novo estudo que será publicado no The Journal of Pediatrics, pesquisadores estudaram a atividade cerebral de crianças após assistirem comerciais de comida e encontraram que os comerciais influenciam as escolhas de comida por parte das crianças e a atividade cerebral.

23 crianças, na faixa etária de 8 a 14 anos de idade, pontuaram 60 itens de comida no quão saudável ou gostosa a comida era. A Dra. Amanda Bruce e pesquisadores da University of Kansas Medical Center e University of Missouri-Kansas City então estudaram a atividade cerebral das crianças enquanto elas assistiam comerciais de comida e de não-comida e submetiam-se a ressonância magnética funcional (fMRI).

De acordo com a Dra. Bruce, “para análises do cérebro, nosso foco primário foi na região do cérebro mais ativa durante a valorização da recompensa, o córtex pré-frontal ventromedial”. Durante o exame do cérebro, foi perguntado as crianças se elas queriam comer as comidas que foram mostradas imediatamente após os comerciais.

Os pesquisadores encontraram que, em geral, as decisões das crianças foram guiadas pelo paladar ao invés da questão de ser saudável.  Contudo, o sabor foi até mais importante para as crianças após assistirem comerciais de comida comparado com comerciais que não eram de comida; o tempo de decisão mais rápido (ou seja, o quão rápido as crianças decidiram se queriam comer a comida apresentada) também foram observadas após assistir comerciais de comida. Adicionalmente, o córtex pré-frontal ventromedial das crianças estavam significantemente mais ativos após assistirem aos comerciais de comida.

A publicidade de alimentos tem sido citada com um fator significante em escolhas de comida, comer em excesso e obesidade em crianças e adolescentes. Os resultados deste estudo mostram que assistir comerciais de comida pode mudar a maneira como as crianças avaliam o sabor, aumentando o potencial para crianças fazerem escolhas de comida mais rápido e mais impulsivo. A Dra. Bruce atestou: “Publicidade de alimentos pode alterar sistematicamente os mecanismos neurobiológicos e psicológicos das decisões de comida por parte das crianças”.

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http://www.psypost.org/2016/08/study-of-brain-activity-shows-that-food-commercials-influence-childrens-food-choices-44352

Um Novo Estudo Examina Porque os Pais Sentem Tanto Medo de Deixar as Crianças Sozinhas

Deixar uma criança desacompanhada é considerado tabu na intensa atmosfera parental de hoje, apesar de evidência de que crianças americanas estão mais seguras do que nunca. Então por que os pais estão negando a seus filhos a mesma liberdade e independência que eles tiveram e desfrutaram quando eram crianças? Em um novo estudo da University of California, cientistas sociais sugerem que nossos medos de deixar a criança sozinha tem se tornado sistematicamente exagerado em décadas recentes – não porque a prática tem se tornado mais perigosa, mas porque tem se tornado socialmente inaceitável: “sem se dar conta disso, nós temos aumentado consistentemente nossas estimativas do montante de perigo voltados para crianças deixadas sozinhas para melhor justificar ou racionalizar a desaprovação moral que nós sentimos frente a pais que violam esta norma social relativamente nova”, afirmou Ashley Thomas, estudante de pós-graduação em ciências cognitivas e autora principal do trabalho, publicado online na revista científica Collabra.

O estudo baseado em uma pesquisa de opinião encontrou que crianças, cujos pais deixaram-las sozinhas de propósito – para ir ao trabalho, ajudar em caridade, relaxarem ou encontrarem um amante, – foram percebidas como estando expostas a um perigo maior do que aquelas cujo os pais estavam involuntariamente separados delas.

Os pesquisadores apresentaram a pesquisa aos participantes com cinco diferentes cenários no qual uma criança foi deixada sozinha por menos de uma hora. As situações variaram de uma criança de 10 meses que foi deixada dormindo por 15 minutos em um carro refrigerado estacionado em uma garagem subterrânea de uma academia a uma criança de oito anos ler um livro sozinha sentada em uma cafeteria um bloco de casa, por 45 minutos: “em um dado cenário, a única coisa que variou foi a razão para a ausência dos pais”, disse o professor Kyle Stanford. “Estes incluíram uma ausência involuntária — causada por um acidente fictício no qual a mãe foi atingida por um outro carro e brevemente ficou inconsciente — e quatro que foram planejadas: sair para trabalhar, para fazer voluntariado para caridade, relaxar ou encontrar um(a) amante. Após ler sobre cada cenário e a razão por detrás de cada criança ser deixada sozinha, os participantes pontuaram, em uma escala de 1 a 10 o quanto eles estimavam que a criança estava em perigo enquanto os pais estavam ausentes, sendo 10 o maior risco”.

Em geral, os participantes da pesquisa viram todas as situações como sendo bastante perigosas para as crianças: a média de estimativa de risco foi 6.99 e a classificação mais comum em todos os cenários foi 10. Apesar das descrições idênticas de cada conjunto de circunstâncias no qual as crianças estavam sozinhas, aquelas deixadas sozinhas de propósito foram estimadas estarem em um perigo maior do que aquelas cujo os pais deixaram-as sozinhas involuntariamente: “na verdade, crianças deixadas sozinhas de propósito são quase certamente mais seguras do que aquelas deixadas sozinhas por acidente, porque os pais podem tomar medidas para tornar a situação mais segura, como dar para a criança um telefone ou revisar regras de segurança”, disse Barbara Sarnecka, co-autora do estudo e professora associada de ciências cognitivas. “O fato de que as pessoas fazem um julgamento oposto fortemente sugere que elas moralmente desaprovam os pais que deixam seus filhos sozinhos e essa desaprovação inflaciona sua estimativa do risco”.

Isto é também nascido da visão dos participantes de crianças deixadas sozinhas por um dos genitores para encontrar um(a) amante como sendo significantemente mais perigoso do que as crianças deixadas sozinhas em precisamente as mesmas circunstâncias por um genitor que deixa a criança sozinha porque vai trabalhar, voluntariar para a caridade ou apenas relaxar.

Em cenários onde foi pedido aos participantes para julgar não apenas o quanto de perigo a criança estava enfrentando, mas também se a mãe tinha feito algo moralmente errado, os pesquisadores esperavam o risco percebido classificando para ser menor: “nós pensamos que dar as pessoas uma forma alternativa para expressar sua desaprovação da ação dos pais reduziria a extensão pela qual julgamentos morais influenciadas percepções de risco”, Thomas disse. “Mas exatamente o contrário aconteceu. Quando as pessoas nos deram um julgamento explicito sobre a conduta do genitor, a estimativa do risco para a criança foi até mais inflacionado pela desaprovação moral da razão do genitor para sair”.

De fato, a estimativa de riscos de pessoas mais próximas seguiu seus julgamentos de que se as mães nos cenários tinham feito algo moralmente errado. Até os pais que deixaram as crianças sozinhas involuntariamente não foram considerados moralmente irrepreensíveis, recebendo uma média de julgamento de “erro moral” de 3,05 em uma escala de 10 pontos.

Os autores encontraram um outro padrão interessante quando substituíram mães nas estórias com pais: para pais — mas não mães — uma ausência relacionada ao trabalho foi tratada mais como uma ausência involuntária. Esta diferença poderia originar-se da visão de que trabalho é mais obrigatório e menos uma escolha voluntária para homens: “exagerar os riscos de permitir que crianças passem um tempo sem supervisão tem custos significantes além da perda da independência, liberdade e oportunidade das crianças para aprender a como resolver problemas por si mesmas”, Sarnecka disse. “As pessoas tem adotado a idéia de que crianças nunca devem ser deixadas sozinhas, os pais (pai e mãe) enfrentam a possibilidade crescente de detenção, encargos de abuso ou negligência e, até encarceramento por permitirem seus filhos brincarem em parques, caminharem para a escola ou esperarem em um carro por alguns minutos sem eles. No mínimo”, ela continuou, “estes achados deveriam advertir aqueles que fazem e aplicam a lei para distinguir avaliações racionais e baseadas em evidência de risco para crianças de julgamentos morais intuitivos sobre pais (pai e mãe) — e para evitar investir o último com a força da lei”.

O estudo envolveu respostas de pesquisas de opinião de 1.328 participantes no Amazon Mechanical Turk agrupando indivíduos na faixa etária de 18 a 75 anos, com uma divisão bastante equitativa de homens e mulheres e aqueles com e sem crianças. As mulheres significaram 52% dos respondentes, enquanto que 48% foram homens; e 56,43% tinham crianças e 43,57% não tinham. Mais de 80% dos participantes eram brancos e 2/3 tinham completado pelo menos faculdade incompleta.

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As Crianças e o Uso de Aparelhos Touch Screen

O seu filho pequeno usa um tablet touch screen? Um recente estudo publicado no Frontiers in Psychology mostrou que o uso precoce de telas sensíveis ao toque (touch screen) e, em particular, ativamente rolar a tela, correlaciona-se com o aumentado controle motor fino em crianças pequenas.

Smartphones e tablets são agora comuns no trabalho e em casa. Se você esta lendo isso pela manhã durante o seu trajeto em um transporte publico, é provável estar fazendo isso de um aparelho de touch screen, enquanto está rodeado por pessoas que estão completamente absorvidas por seus próprios aparelhos de touch screen.

Tem havido um dramático aumento na compra e uso de tablets e smartphones nos últimos anos. No Reino Unido, a propriedade familiar de aparelhos de touch screen aumentou de 7% em 2011 a 71% em 2014. Não é, portanto surpreendente, que as crianças estejam usando aparelhos de touch screens em uma idade muito precoce, mas isto é uma coisa boa ou não?

Os efeitos de usar aparelhos de touch screen por parte de crianças pequenas são uma preocupação de alguns pais e políticos. A opinião pública defende que usar aparelhos de touch screen muito precocemente pode levar ao atraso do desenvolvimento cognitivo das crianças. A Academia Americana de Pediatria aconselha que as crianças não deveriam ser expostas a quaisquer aparelhos de telas, incluindo touch screens, antes da idade de dois anos e agências similares em outros países têm adotado estas diretrizes. Contudo, nós não sabemos ainda se estes medos são justificáveis e constatamos que quando se refere a aparelhos de touch screen, eles não são respaldados por dados concretos. As atuais diretrizes são provavelmente mais de uma reação automática a uma nova tecnologia do que uma estratégia de saúde fundamentada.

Cientistas ainda não estudaram extensivamente a relação entre desenvolvimento infantil e uso de touch screens, porque a tecnologia é ainda tão nova e as crianças que tem usado esta tecnologia desde pequenas ainda são muito novas.

Apesar das orientações, na realidade, muitas crianças pequenas usam aparelhos de touch screen desde muito cedo. O Dr. Tim J Smith da University of London, deu-se conta de que há uma necessidade por mais dados sólidos e com a ajuda de seus colaboradores da King’s College, montaram uma pesquisa online para pais no Reino Unido, para responderem questões sobre o uso de touch screen por parte dos filhos. Isto incluiu questões sobre se as crianças pequenas usaram aparelhos de touch screen, quando usaram um pela primeira vez e com que frequência e por quanto tempo eles os usa. A pesquisa também incluiu questões especificas para avaliar o desenvolvimento das crianças, tais como a idade que elas primeiro empilharam blocos, que indica habilidade motoras finas ou a idade que elas usaram sentenças de duas palavras, que indica desenvolvimento de linguagem.

No total, 715 famílias responderam e o estudo confirmou que usar aparelhos de touch screen é extremamente comum em crianças pequenas do Reino Unido: “o estudo mostrou que a maioria das crianças pequenas tinham exposição diária a aparelhos de touch screen, aumentando de 51,22% aos 6-11 meses a 92,05% aos 19-36 meses”, explicou o Dr. Smith.

Os pesquisadores não encontram associações significativas entre o uso de aparelhos de touch screen e desenvolvimento do andar e nem da linguagem. Contudo, “em crianças pequenas da faixa etária de 19-36 meses, encontraram que a idade em que os pais reportaram que seu filho primeiro rolou o dedo ativamente em um touch screen foi positivamente associada com a idade em que eles foram primeiro capazes de empilhar blocos, uma medida de controle motor fino”.

Ainda não é conhecido se esta correlação indica que usar aparelhos de touch screen pode melhorar as habilidades motoras finas ou se as crianças com habilidades motoras finas são mais propensas a usarem aparelhos de touch screen mais cedo, e por isso, trabalho adicional é requerido para determinar mais precisamente a natureza desta relação. Contudo, é claro que a atual geração de crianças pequenas está adaptando-se rapidamente a esta nova tecnologia e estas crianças prometem usar estes aparelhos durante toda a sua vida.

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O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:

Touchscreens may boost fine motor skills in toddlers, study finds

Será que é mais Cansativo e Menos Feliz ser Mãe do que Pai?

Uma equipe de pesquisadores da Cornell University, a University of Minnesota e o Minnesota Population Center usaram dados de um diário de uso de tempo para encontrar que mais eram menos felizes do que pais com sua obrigações de parentalidade. Mães reportam mais estresse e maior fadiga do que pais. Esta lacuna de experiência é atribuída as diferentes atividades de cada progenitor (pai/mãe).

O artigo científico foi recentemente publicado no American Sociological Review: “A boa notícia do nosso estudo é que os pais normalmente aproveitam para estar com seus filhos”, disse a pesquisadora da University of Minnesota, Ann Meier: “mas a má notícia é que as mães desfrutam disso menos do que os pais porque elas fazem mais do ‘trabalho’ das tarefas de parentalidade e menos da parte ‘divertida’.

Meier e suas colegas: Kelly Musick da Cornell University e Sarah Flood, da Minnesota Population Center usaram dados de diário de uso de tempo de mais de 12.000 pais (pai e mãe) que ligaram as suas impressões em pesquisa americana de 2010, 2012 e 2013 sobre uso de tempo. A equipe examinou os tipos de atividades parentais que mães e pais desempenharam e bem-estar individual durante as atividades.

Os pesquisadores encontraram que não apenas fazer as atividades parentais entre mães e pais diferiam, mas também diferia o ambiente cercando a atividade. Meier explicou: “quando as mães estão com os seus filhos, elas estão mais frequentemente por elas mesmas. Quando os pais estão com os filhos, eles estão mais propensos a ter um outro adulto por perto, oferecendo algum back-up. Isto ajuda-nos a entender porque os pais estão menos estressados com os seus filhos”.

O sono também teve um efeito na diferença dos níveis de felicidade dos pais, disse Meier: “mães estão mais propensas do que os pais a serem chamadas pelos filhos ‘24 horas por dia’. O sono dos pais e down-time são menos propensos do que os das mães e serem interrompidos pelos filhos. Esta é parte da razão pelo qual os pais estão menos cansados do que as mães quando estão exercendo seu papel parental”.

O novo artigo cientifico confirma o que muitas mães tem notado anedoticamente. Os dados em torno da parentalidade, atividades e felicidade pode ajudar a encerrar a lacuna de experiência entre os gêneros. Meier afirma: “ter dados sistematicamente coletados de milhares de pais nos permite confirmar o que pais já tem sabido por anos – que atividade parental é significativa mas também estressante e cansativa. Muitas mães reconhecerão suas experiências de sono interrompido e da atividade diária de alimentar e banhar. Esperançosamente, muitos papais verão que suas parceiras estarão mais felizes se eles negociassem um pouco de seu tempo livre com as crianças por mais do ‘trabalho’ de educar”.

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O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:

All work and no play with children make moms less happy parents