Homens e Mulheres Percebem a Questão do Peso de Forma Diferente

Quando uma mulher reclama sobre a sua aparência física, estudantes universitários do sexo masculino presumem que ela tem uma saúde mental mais precária, de acordo com um novo estudo.

O estudo examinou a percepção dos homens sobre mulheres que se engajam em “conversa sobre gordura”, onde uma pessoa expressa insatisfação com o seu corpo, especialmente em relação ao seu peso.

No estudo, 103 estudantes universitários do sexo masculino leram uma breve estória sobre uma estudante fictícia, do sexo feminino e chamada Brittany, que foi descrita como sendo atraente sexualmente, inteligente, bem humorada e solteira.

Os estudantes leram diferentes versões da história sobre Brittany. As estórias variaram sua descrição de Brittany como: “sexy e magra”, “sexy e de porte médio” ou “sexy e de porte maior”. As estórias foram finalizadas com duas diferentes citações de Brittany. Em uma citação, Brittany reclama que o shorts dela deixa ela parecendo gorda. Na outra citação, ela diz que o shorts “deixa ela linda”.

Os participantes perceberam Brittany como tendo saúde mental mais precária após lerem sobre a reclamação dela sobre parecer gorda. Contudo, a “conversa sobre gordura” não afetou o desejo deles de conhecê-la melhor, convidá-la para sair, ter contato sexual com ela ou iniciar um relacionamento sério.

Os estudantes foram mais propensos a desejar um relacionamento sério com Brittany quando ela foi descrita como mais magra. Isto foi especialmente verdade para aqueles com uma auto-estima mais baixa, os pesquisadores encontraram.

O estudo, intitulado “Women’s Fat Talk Can ‘Kill the Mood’ for Men”, foi publicado na revista científica  Eating Behaviors.

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O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:

Men view women who ‘fat talk’ as having poorer mental health

A Crença de que Você é Viciado em Comida Pode Influenciar o seu Comportamento Alimentar?

Segundo uma pesquisa, PODE SIM!

Essa é um tradução livre de um texto em inglês postado no PSYPOST:

Can believing you are a food addict affect your eating behavior?

Pesquisadores da University of Liverpool publicaram um artigo científico sobre o trabalho deles em como as crenças sobre o vício de comida podem afetar comportamento alimentar.

Obesidade é frequentemente atribuída a um vício para comida e muitas pessoas acreditam que elas próprias são “viciadas em comida”. Contudo, até agora, nenhum estudo tinha olhado para se o fato de acreditarmos que somos um viciado em comida influencia o quanto nós comemos.

Helen Ruddock e colegas da University’s Institute of Psychology, Health and Society examinaram o impacto de mudar as crenças pessoais sobre vício de comida dos participantes em comportamento alimentar.

Em dois estudos separados, mulheres completaram uma série de atividades no computador sobre comida. Ao completarem a atividade, foi dado a elas um feedback falso sobre o seu desempenho que, indicaram que elas tinham níveis alto, baixo ou na média de vício por comida. A ingestão delas de comidas não-saudáveis (chocolate e batatas fritas) foi então mensuradas em um teste de paladar.

Participantes que tinham recebido a notícia de que tinham marcado vício alto em comida consumiram menos calorias do que aquelas que tinham recebido os escores de baixo ou na média.

Além disso, participantes que tinham recebido os escores alto em vício para comida reportaram maior preocupação sobre o seu comportamento alimentar. Isto, por sua vez, reduziu a quantidade de tempo que elas passaram provando as comidas durante o teste de paladar.

Helen Ruddock disse: “nossa pesquisa encontrou que as participantes que acreditaram ser ‘viciadas em comida’ reduziram a quantidade de tempo que elas foram expostas a comidas não-saudáveis e comeram menos como resultado. Isto parece ser porque a percepção de ser uma viciada em comida fez com que elas se preocupam sobre o seu comportamento alimentar.

“Nosso estudo é o primeiro a mostrar que crenças pessoais sobre vício por comida pode influenciar o quanto nós comemos. Trabalho adicional com um grupo amostral maior e acima de um período de tempo mais longo é agora necessário”.

O artigo científico, intitulado ‘Believing in Food Addiction: Helpful or Counter-Productive for Eating Behaviour?‘, foi publicado no Obesity journal.