Passeios ao Ar Livre Podem Ajudar a Família a se Relacionar Melhor

Estar em contato com a natureza, mesmo que seja uma caminhada por 20 minutos, pode contribuir muito em direção a reestabelecer a sua atenção. Mas ela tem o mesmo efeito quando você torna a caminhada uma atividade familiar?

Pesquisadores da University of Illinois que estudam famílias têm olhado para os benefícios de passar um tempo na natureza como família e teorizam que famílias que regularmente saem de casa juntas tendem a funcionar melhor: “quando a sua atenção é restaurada, você é capaz de retomar sinais sociais mais facilmente, sente-se menos irritável e tem mais auto-controle. Todas estas variáveis que podem ajudar a conviver melhor com os outros”, explica Dina Izenstark, uma candidata a doutorado no Departamento de Desenvolvimento Humano e Estudos de Família na U of I e autora de um recente estudo publicado na Journal of Family Theory and Review.

Embora pesquisas tenham mostrado que exposição aos ambientes naturais pode melhorar a atenção, Izenstark diz que a pesquisa está limitada no que está, principalmente focada em indivíduos e curtíssima exposição a natureza: “nossa pesquisa contribui para isso ao perguntar: ‘o que acontece se você está na natureza e não está sozinho, mas está com um membro da sua família?’. Nós estamos perguntando porque nós sabemos que o tempo que se passa na natureza é frequentemente com a família, especialmente para as crianças”, Izenstark diz. “Nossa pesquisa leva em consideração a unidade familiar e se e como a atenção melhorada de estar em natureza transfere para resultados familiares. Nós teorizamos que quando a sua atenção é restaurada, ela transfere para os relacionamentos familiares e permite que você se dê melhor com os membros da sua família”.

Izenstark e o co-autor Aaron Ebata, professor associado da U of I, revisaram estudos existentes em como famílias usam os ambientes naturais sob as estruturas da teoria da restauração de atenção, rotinas familiares e perspectivas de rituais. A teoria da restauração da atenção, primeiro desenvolvida por Rachel e Stephen Kaplan, descreve como a interação com ambientes naturais pode reduzir a fadiga mental e restaurar o funcionamento da atenção. A meta de Izenstark e Ebata era desenvolver uma nova abordagem teórica para estudar os benefícios de atividades na natureza baseadas na família.

Izenstark explica: “há um corpo crescente da literatura que utiliza restauração da atenção para mostrar como a exposição à natureza pode restaurar o funcionamento da atenção. Kaplan e Kaplan propõem que o ambiente natural é um contexto único porque frequentemente tem as quatro características que encorajam a atenção restaurada: ausência, fascinação, extensão e compatibilidade. Todo mundo apenas tem um montante finito de atenção. Especialmente na sociedade de hoje, onde nós estamos constantemente olhando para nossos telefones celulares ou trabalhando em nossos computadores e nossos e-mails continuam aparecendo; nós estamos constantemente fatigando nossa atenção dirigida, mas não estamos sempre conscientes de que estamos fazendo isso. É muito importante que incorporemos momentos em nossas vidas cotidianas que nós possamos olhar para a natureza e experienciar fascinação leve para restaurar nossa atenção. Quando você está em um parque de diversões ou assistindo a um evento esportivo, estamos usando nossa fascinação mais rígida. O seu cérebro não tem a oportunidade para relaxar ou restaurar-se a si mesmo. Embora você desfrute da atividade, ela ainda está fatigando você”.

Ebata concorda: “há a noção de que assistir TV é relaxante. Todas as pesquisas que nós conhecemos mostra que, de fato, pode não ser tão reparadoras quanto outras coisas que podem ser até mais benéficas”.

O conceito de sentir como alguém que está fugindo da rotina também beneficia a família. “Por experiência própria, quando você é pai ou mãe, especialmente com crianças pequenas ativas e você está sentindo-se um pouco estressado(a), há algo sobre ir para um parque e deixa-las correndo e ser capaz de respirar e olhá-los se divertirem”, Ebata afirma. “Quando você está em casa e ainda responsável por elas, isso não parece como ausentando-se. Mas quando você está fora de casa, há algo sobre lugares com natureza que quase liberta os pais de sentirem-e como se estivessem “em serviço” da mesma forma que estão quando estão em casa. Eles ainda estão “em serviço”, talvez de uma forma diferente”.

Então, além da habilidade da natureza para restaurar a atenção, que por sua vez, ajuda membros da família a conviver melhor, os pesquisadores vêem como é importante para as famílias terem rotinas ou rituais baseados na natureza, que eles participem regularmente. Um exemplo comum para familiares pode ser caminhar com o cachorro juntos quase toda as noites. Isto pode ser uma simples atividade, mas que traz um sentimento de pertencimento e identidade para os membros da família, os pesquisadores dizem.

Em última instância, quando a família pode comunicar “quem nós somos” uns aos outros, através de suas rotinas e rituais, ela também ajuda com o funcionamento familiar.

“Diga para uma família para ir ao parque todos os domingos. Se você olha para os efeitos a longo prazo de atividade na natureza baseadas na família, você verá ao longo do tempo que a experiência pode promover um sentimento de identidade e pertencimento. Como eles vão regularmente ou repetidamente, isso é um ritual familiar e, além disso, aos benefícios de exposição a curto-prazo, desfrutada durante as visitas, eles tem uma experiência compartilhada que ajuda a torná-los quem são como família, algo que pode ser passado através de gerações”, Izenstark explica. “Mesmo que você tenha tido um péssimo dia durante uma visita, digamos que choveu e todo mundo se molhou: o benefício completo desse ritual para a família torna-se maior do que apenas individual e com benefícios a curto-prazo. O todo torna-se maior do que a soma das partes”.

Ebata reconhece que algumas famílias não gostam de estar fora de casa. “Há pesquisas que mostram que famílias que passam o tempo livre em atividades conjuntas tendem a ter um melhor relacionamento mais adiante. Mas pessoas tendem a amontoar qualquer tipo de atividade juntos,  incluindo assistir TV”, Ebata afirma. “Nós argumentaríamos que se você apenas assiste TV junto, isso pode não ser tão benéfico para o relacionamento como outros tipos de atividades mais interativas. Eu tenho recomendado assistir TV juntos na verdade, como um estímulo para ser capaz de conversar um com o outro sobre diferentes tipos de coisas. Se isso acontece, ela pode melhorar as relações”.

Izenstark concorda que: “muitos tipos diferentes de atividades de lazer estão associados com uma variedade de resultados de relacionamento familiar. Nós estamos dizendo que concordamos com isso, mas nosso estudo propõe que atividades na natureza tem o potencial para ter desfechos positivos maiores do que outros contextos de lazer. Hoje, atividades de lazer são um dos poucos contextos onde famílias passam o tempo juntos. Nós queremos encorajar as famílias, mesmo se você tem apenas 20 minutos para passar juntos e você quer maximizar os benefícios desse tempo para sua família, vá fazer uma caminhada juntos pela natureza”.

Em um estudo de seguimento, Izenstark está testando sua teoria. Para o experimento, foi pedido para mães e filhas caminharem juntas por 20 minutos até o shopping, assim como caminhar por 20 minutos até um parque. Izenstark está buscando se restauração da atenção para a mãe e filha aconteceu mais após a caminhada para o parque ou após a caminhada para o shopping.

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How can a family function better? Get outside together

Será Que Trabalhar Meio-Período Pode Atrapalhar o Casamento?

Um novo estudo sugere que fatores financeiros, incluindo recursos globais dos casais e capacidade das esposas de se sustentarem sozinhas no caso de um divórcio, não são preditivos de se o casamento durará. Melhor dizendo, é a divisão de trabalho dos casais — pago e não pago — que está associado com o risco de divórcio.

“Meus resultados sugerem que, em geral, fatores financeiros não determinam se o casais continuam juntos ou se separam”, disse a autora do estudo Alexandra Killewald, professora de sociologia da Harvard University. “Pelo contrário, trabalhos pagos e não pagos dos casais importam para o risco de divórcio, mesmo após ajustar estatísticamente para como o trabalho está relacionado aos recursos financeiros”.

O estudo, entitulado: “Money, Work, and Marital Stability: Assessing Change in the Gendered Determinants of Divorce”, usa dados nacionalmente representativos em mais de 6.300 casais heterossexuais, com cônjuges na faixa etária de 18 a 55 anos, do Panel Study of Income Dynamics (PSID), para examinar quais são os efeitos, caso exista, da divisão de trabalho dos casais, seus recursos financeiros globais e as perspectivas econômicas das esposas após o divórcio, para uma estabilidade marital.

Como parte do seu estudo, que foi publicado em 2016 na revista American Sociological Review, Killewald comparou casais casados em 1974 ou antes, com casais casados em 1975 ou após, para explorar se os efeitos, ou ausência dos mesmos, destes fatores, mudou ao longo do tempo. Killewald encontrou que, tanto no velho como no novo coorte, fatores financeiros não desempenharam um papel no divórcio. Por outro lado, embora a divisão de trabalho tenha afetado desfechos maritais em ambos coortes, houveram algumas variações em termos de qual divisão de trabalho foi melhor para estabilidade no casamento.

Para casais casados antes de 1975,  quanto mais alto a porcentagem de tarefas domésticas uma mulher fez, menos provável seu casamento foi para terminar em divórcio. Para o mais recente coorte, contudo, esse não foi o caso: “para casais casados mais recentemente, expectativas para a divisão de tarefas domésticas entre cônjuges parece ter mudado, de forma que homens são esperados contribuir, pelo menos um pouco, para o trabalho doméstico”, disse Killewald, que notou que, mesmo no coorte dos casamentos mais recentes, esposas fazem mais de 70% da tarefa doméstica, em média. “Em geral, homens parecer estar contribuindo um pouco mais do que eles estavam acostumados a contribuir, e estas contribuições podem agora serem esperadas e apreciadas pelas esposas”.

Killewald encontrou que, para casais casados após 1974, nem o emprego de período integral das esposas nem dividir a tarefa doméstica mais regularmente estava associado com o risco de divórcio. Neste coorte, os maridos terem um emprego integral foi um fator importante na estabilidade marital, com o risco de divórcio mais alto para homens que não estavam empregados em tempo integral: “para casais modernos, as esposas podem combinar trabalho pago e não-pago sob várias formas sem ameaçar a estabilidade de seu casamento”, de acordo com Killewald, que afirmou que, embora a revolução de gênero e o movimento feminista tenham permitido as mulheres assumirem papéis e responsabilidades tradicionalmente masculinas, os papéis e responsabilidades dos homens não expandiram ou diversificaram proporcionalmente.

“Embora as esposas modernas não precisem adotar o tradicional papel feminino de dona de casa para permanecerem casadas, os maridos modernos encaram mais alto risco de divórcio quando não cumprem o papel estereotípico de provedor, que é de estarem empregados em tempo integral”, Killewald disse.

A respeito de fatores financeiros, ao encontrar que recursos globais dos casais e perspectivas econômicas das esposas seguindo o divórcio não determinaram se os casamentos duraram, o estudo de Killewald desfaz a teoria que atribui o pico em taxas de divórcio para aumentada independência financeira das mulheres: “o fato de que taxas de divórcio cresceram durante a segunda metade do século ao mesmo tempo quando mulheres estavam acedendo a força laboral, tem provocado algumas especulações de que a estabilidade marital reduziu porque as mulheres não mais “precisam” ficar casadas para terem segurança financeira”, disse Killewald. “Para alguns, isto implica que o ingresso das mulheres na força de trabalho não obteve-se as custas de casamentos estáveis. Meus resultados não sugerem nenhuma troca desse tipo”.

Embora as mudanças de papéis de gênero tenham permitido as mulheres maior flexibilidade em termos de trabalho sem comprometer seus casamentos, o estudo indica que homens não receberam liberdade similar: “frequentemente, quando estudiosos ou a mídia fala sobre políticas de trabalho familiar ou equilibro de trabalho e família, eles focam-se principalmente nas experiências de mulheres”, Killewald afirmou. “Embora muito da responsabilidade para negociar esse equilíbrio pende para as mulheres, meus resultados sugerem uma maneira pela qual as expectativas sobre gênero e papéis familiares e responsabilidades afetam a vida dos homens também: homens que não são capazes de sustentar um trabalho em tempo integral encaram risco elevado de divórcio”.

Em termos das implicações normativas do estudo, Killewald disse que sua pesquisa pode ajudar a guiar elaboradores de política que estão considerando o impacto da sociedade de políticas que forneçam apoio financeiro para mulheres solteiras. “Como eu não encontrei que casais são mais propensos a divorciarem-se quando as mulheres estão melhor para sustentarem-se a si mesmas financeiramente no caso de um divórcio, apoio financeiro público — para mulheres divorciadas e outros grupos — tais como o earned income tax credit (EITC) ou o Supplemental Nutrition Assistance Program (SNAP) é improvável para aumentar as taxas de divórcio”, Killewald disse.

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Usuários do Facebook que Aceitam Mais Amizades tem um Risco Menor de Mortalidade

A mídia social é boa ou má para você? Bom, é complicado falar. Um estudo de 12 milhões de usuários do Facebook sugere que usar o Facebook está associado com viver mais tempo – quando ele serve para manter e aumentar seus laços sociais no mundo real. Ah… e você pode relaxar e parar de olhar quantas “curtidas” você conseguiu: isso não parece estar correlacionado de jeito nenhum.

O estudo – que os pesquisadores enfatizam é um estudo de associação e não pode identificar a causa – foi liderado pelos pesquisadores da University of California, William Hobbs e James Fowler, colaborando com colegas do Facebook e Yale. O estudo está publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences.

A pesquisa confirma o que os cientistas tem sabido por um longo tempo sobre o mundo offline: pessoas que tem redes sociais mais fortes vivem mais tempo. E documenta pela primeira vez que o que acontece online pode também importar: “interagir online parece ser saudável quando a atividade online é moderada e complementa as interações offline”, disse o primeiro autor do estudo, William Hobbs. “Nós vimos uma associação negativa apenas no fim extremo, ou seja, em pessoas passando muito tempo online e com pouca evidência de estarem conectadas a pessoas de outra forma”.

O autor do estudo James Fowler, disse: “felizmente, para quase todos os usuários do Facebook, o que nós encontramos é uso equilibrado e um risco menor de mortalidade”.

Os pesquisadores compararam usuários do Facebook na Califórnia com registros vitais do California Department of Public Health. Para preservar a privacidade, após serem automaticamente equiparados por nome e data de nascimento, os dados foram descaracterizados e agregados. Todas as análises foram feitas através de dados agregados e todos os dados foram observacionais.

Os pesquisadores estudaram contagens de atividade online ao longo de seis meses, comparando a atividade daqueles ainda vivendo a aqueles que tinham morrido. Todos aqueles estudados nasceram entre 1945 e 1989 e todas as comparações foram feitas entre pessoas de idade e gênero similares.

Os primeiros achados é que aqueles que estão no Facebook vivem mais tempo do que aquele que não estão. Em um determinado ano, a média de usuários do Facebook é de aproximadamente 12% menos prováveis a morrer do que aqueles que não usam o site. Mas essa é a medida mais crua dos pesquisadores, eles apontaram, e pode ser devido a diferenças sociais ou econômicas entre os grupos de usuários e não-usuários.

Entre as pessoas que realmente usam o Facebook, os pesquisadores olharam para o número de amigos, número de fotos e atualizações de status, números de postagens no mural e mensagens enviadas, para ver se pessoas que estão mais ativas viveram mais tempo. Nestas comparações, eles controlaram suas analises não apenas por idade e gênero, mas também por status de relacionamento, período de tempo no Facebook e uso de smartphone (um representante da renda).

Pessoas com média ou grandes redes sociais, no topo de 50 a 30%, viveram mais tempo do que aquelas pessoas no mais baixo 10 – um achado consistente com estudos clássicos de relacionamentos offline e longevidade.

Aqueles no Facebook com os níveis mais altos de integração social offline – medido pela postagem de mais fotos, que sugere uma atividade social cara-a-cara – tem a maior longevidade. Interações sociais apenas online, como escrever em posts no mural e mensagens, mostrou um relacionamento não-linear: níveis moderados estavam associados com a mortalidade mais baixa.

Como os pesquisadores estavam estudando uma rede social online, eles puderam também olhar para a direção de pedidos de amizade. Foram os usuários de Facebook que aceitaram o maior numero de amizades que viveram o maior tempo. Não houve relação observável para aqueles que iniciaram mais. Este achado foi um pouco desapontador, os pesquisadores observaram, porque ele sugere que as intervenções de saúde pública estimulando as pessoas para saírem e tentarem fazer mais amigos pode não ter efeito na saúde.

A pesquisa também sugere que ser “popular” faz você viver mais tempo? Talvez. De acordo com os autores, é difícil dizer de que forma isso acontece. Poderia ser que, para começar, os indivíduos que são mais propensos a viver mais tempo são mais atrativos para os outros. Isso, como eles disseram, precisa de mais pesquisa: “a associação entre longevidade e redes sociais foi identificada por Lisa Berkman em 1979 e tem sido, desde então, replicada centenas de vezes”, disse Fowler. “Na verdade, uma recente metanálise sugere que a conexão pode ser bastante forte. Relações sociais parecem ser tão preditivas de duração quanto fumar e mais preditivas do que a obesidade e a inatividade física. Nós estamos adicionando a esta conversa, ao mostrar que as relações online estão associadas com longevidade, também”.

Os pesquisadores gostariam de ver seu estudo de associação, assim como é visto o de referência de Berkman, inspirar muitos seguimentos. Eles esperam que pesquisas subsequentes levem a um melhor entendimento de que tipos de experiências sociais online são protetivas de saúde: “o que acontece no Facebook e em outras redes sociais é bem importante”, Fowler disse, “mas o que nós não podemos fazer no momento é dar recomendações, seja individual ou ampla de política pública, baseadas neste primeiro trabalho”.

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Facebook users who accept more friendships have a lower risk of mortality

Estudo Mostra Como Amigos no Facebook Podem Melhorar o Nosso Bem-Estar Psicológico

Interações pessoais no Facebook podem ter nas pessoas um impacto enorme nos sentimentos de bem-estar e satisfação com a vida tanto quanto casar-se ou ter um filho, mostra um novo estudo da Carnegie Mellon University e pesquisadores do Facebook.

Mas não apenas qualquer interação tem estes efeitos positivos. Ler posts passivamente ou clicar em um post, tal como “curtidas” não muda em nada. O que realmente faz as pessoas sentirem-se bem é quando aquelas que elas conhecem e se preocupam escrevem posts ou comentários personalizados: “nós não estamos falando sobre nada que seja algo que particularmente requeira um trabalho intensivo”, disse Moira Burke, uma pesquisadora do Facebook que recebeu seu título de doutora pela Carnegie Mellon. “Este pode ser um comentário que é apenas de uma ou duas frases. A coisa importante é que alguém, tal como um amigo íntimo, tira um tempo para personalizá-la. O conteúdo pode ser edificante e o mero ato de comunicação recorda os destinatários das relações significativas na vida deles”.

Sessenta comentários de amigos íntimos, em um mês, foram associados com aumento no bem-estar psicológicos dos usuários tão grande quanto aqueles associados com eventos de vida importantes, o estudo encontrou.

Os achados de Burke e Robert Kraut, professor da CMU, contrariam muitos estudos anteriores baseados em pesquisas de usuários, que frequentemente tem mostrado que o tempo gasto em mídia social está associado com uma maior probabilidade de solidão e depressão: “ficamos sem saber se as pessoas infelizes estão usando a mídia social ou é a mídia social que está afetando a felicidade”, Kraut disse.

O novo estudo foi capaz de resolver este dilema do “ovo ou a galinha” usando os históricos do Facebook para examinar contas de atividade real do Facebook dos participantes – por um período de meses. Todos os participantes optaram pelo estudo e seus dados tiveram sua identificação removida e foram analizados de forma agregada. O conteúdo das interações dos usuários não foi analizado.

Além de ser mais acurado do que basear-se em recordações das pessoas, de suas atividades online pesquisas comumente usadas, esta permitiu a Burke e Kraut distinguir entre tipos de atividades — postagem, leitura passiva, comentários, curtidas, etc. — e se as interações foram com pessoas que os usuários preocuparam-se ou com o mínimo de conhecidos. Pesquisas anteriores tiveram a tendência de juntar todas as atividades de mídia social e comunicação com amigos íntimos e conhecidos: “acontece que quando você conversa com um pouco mais de profundidade no Facebook com pessoas que você já gosta, você sente-se melhor”, Kraut afirmou. “Isso também acontece quando as pessoas conversam pessoalmente”.

“Isto sugere que as pessoas que estão sentindo-se para baixo podem, de fato, passarem mais tempo em mídia social, mas elas escolheram fazer assim porque aprenderam que isso faz com que se sintam melhores”,  Burke disse. “Elas se recordam de pessoas que elas se preocupam na vida deles”.

O estudo, publicado na Journal of Computer-Mediated Communication, foi baseado em 1.910 usuários de Facebook de 91 países que foram recrutados pelo Facebook. Cada um concordou em responder a uma pesquisa mensalmente por três meses e para ter suas respostas agregadas e contadas, com a identificação removida, de seu comportamento do mês no Facebook antes de cada pesquisa.

Ao considerar humor e comportamento ao longo do tempo, o estudo de Burke e Kraut revelou que as interações no Facebook com amigos, estimaram melhorias em tais medidas de bem-estar como satisfação com a vida, felicidade, solidão e depressão. O método de pesquisa deles permitiu-os descartar possibilidades que pessoas mais felizes simplesmente usam mais o Facebook ou que o bem-estar prediz mudanças em como pessoas usam o meio.

Embora esta pesquisa não tenha usado um experimento alocado randomicamente, o padrão ouro para avaliar causalidade, examinou a relação entre mídia social e bem-estar ao longo do tempo e, ao fazer isso, chegou mais perto para estabelecer uma relação causal do que pode ser mostrada usando aquelas pesquisas feitas de uma vez, um tipo comum na maioria dos estudos neste tópico.

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Study shows how Facebook friends can improve psychological well-being

Rejeição e Baixa Auto-Estima em Mulheres Acima do Peso

Imagine-se em uma situação de “encontro rápido” (speed-dating) — cinco minutos para impressionar (ou não) a pessoa sentada à mesa em frente a você. É o bastante para desencorajar até os indivíduos mais confiantes. Mas para mulheres “mais pesadas”, os efeitos são ainda piores. Uma pesquisa mostra que as preocupações sobre rejeição e a desvalorização devido ao peso pode levar a consequências negativas para a saúde.

Duas psicólogas de UC Santa Barbara escreveram um projeto para examinar se e como a antecipação de rejeição — versus a experiência real dela — impacta o bem-estar emocional do indivíduo. Alison Blodorn e Brenda Major desenvolveram um estudo que mediu os efeitos de rejeição antecipada causada por situações de estigmatização quanto ao peso – como namorar. Os resultados, elas descobriram, dependia do peso e do gênero dos participantes. Os achados deste estudo apareceram no Journal of Experimental Social Psychologyem 2016: “nós testamos experimentalmente se a mera antecipação de rejeição entre indivíduos mais pesados é o bastante para levar a posteriores efeitos psicológicos negativos tal como a diminuição da auto-estima ou a sentimentos de autoconsciência”, explicou Blodorn, uma pesquisadora do Self & Social Identity Lab do UCSB’s Department of Psychological & Brain Sciences.

As pesquisadoras recrutaram 160 homens e mulheres de vários pesos corporais, na faixa etária de 18 a 29, que identificavam-se como heterossexuais. A cada adulto jovem foi pedido para fazer um discurso de cinco minutos descrevendo porque ele(a) seria um(a) bom(boa) namorado(a) e foi dito que o discurso seria avaliado por um membro atrativo do sexo oposto.

Metade dos participantes foram informados de que o avaliador veria um vídeo de seus discursos, de forma que seu peso estaria evidente. Avaliadores para os indivíduos restantes apenas ouviriam o áudio dos discursos, então o peso não seria um fator.

Para avaliar a rejeição antecipada, imediatamente antes de dar os seus discursos, foi pedido aos participantes para pontuarem qual a probabilidade que eles achavam que seus avaliadores os aceitariam ou os rejeitariam. Após seus discursos serem gravados, os participantes completaram uma variedade de testes para mensurar níveis de auto-estima, sentimentos de auto-consciência tal como vergonha e constrangimento e emoções de estresse como ansiedade e desconforto. Peso e altura dos participantes também foram mensurados para calcular seu índice de massa corpórea (IMC): ”nas mulheres mais pesadas — ou aquelas com um IMC mais alto — nós pensávamos que seu peso seria visto e esperado ser rejeitado por seu avaliador”, Blodorn explicou. “Esta rejeição antecipatória leva a auto-estima mais baixa, maiores sentimentos de  auto-consciência e maior estresse”.

Ela notou que as mesmas condições que eram prejudiciais para mulheres mais pesadas tinham o efeito oposto para mulheres mais magras que viam seu peso como um trunfo: “mulheres mais magras esperavam serem aceitas e isto levou a sentimentos aumentados de auto-estima positiva, auto-consciência diminuída e menos estresse”, Blodorn disse. “Não é tão surpreendente, dado que magreza e beleza são tão interligadas em nossa sociedade”.

Os resultados diferiram para homens: “curiosamente, nós não vimos nenhum dos mesmos efeitos negativos para homens mais pesados”, disse Blodorn. “Eles não esperavam serem rejeitados por uma pessoa atrativa do sexo feminino que iria pontuar o seu potencial para namorar quando seu peso foi visto completamente. É possível que estes achados estejam limitados ao domínio do namoro e mais pesquisas precisam ser feitas antes que nós possamos dizer que homens mais pesados não são afetados pelo estigma do peso”.

Este experimento sugere — para mulheres mais pesadas, pelo menos, — que experiências diretas com tratamento baseado no peso não são necessárias para estigma quanto ao peso para ter efeitos negativos: “mesmo na ausência de experiências real com tratamento baseado no peso, rejeição antecipatória pode levar a saúde psicológica negativa”, Blodorn enfatizou. “Dado que o viés de peso é tão pervasivo em nossa sociedade, estes achados tem grandes implicações para o bem-estar psicológico de mulheres mais pesadas.

“Parece inevitável que, em uma variação de situações diferentes — tais como ir ao supermercado ou para a academia — elas estarão preocupadas sobre serem rejeitadas ou avaliadas desfavoravelmente devido ao seu peso”, ela concluiu, “e isto pode levar a reduções em bem-estar a longo-prazo”.

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For heavier individuals, the anticipation of rejection drives down self-esteem

Pensar Sobre o Futuro Ajuda a Superar Conflitos de Relacionamento

Pensar sobre o futuro ajuda a superar conflitos de relacionamento, de acordo com um estudo da University of Waterloo que foi publicado online em 2016, na Social Psychological and Personality Science.

“Quando parceiros românticos discutem sobre coisas como finanças, ciúmes ou outras questões interpessoais, eles tendem a empregar seus atuais sentimentos como combustível para uma calorosa discussão. Ao vislumbrar o seu relacionamento no futuro, as pessoas podem desviar o foco de seus sentimentos atuais e mitigar conflitos”, disse Alex Huynh, um doutorando em psicologia e autor do estudo, que publicou com Igor Grossmann, da University of Waterloo e Daniel Yang, da Yale University.

Pesquisas anteriores tinham mostrado que recuar um passo para trás e adotar uma perspectiva do tipo “mosca na parede” (fly on the wall) pode ser uma estratégia positiva para a reconciliação de dificuldades interpessoais. Por exemplo, pesquisa anterior de Grossmann e colaboradores sugere que pessoas são capazes de raciocinar mais sabiamente sobre questões de infidelidade quando são solicitadas para fazer isto de uma perspectiva de uma terceira-pessoa. Huynh e seus colaboradores investigaram se benefícios similares em raciocínio e bem-estar no relacionamento podem ser provocados por simplesmente recuar e pensar sobre o futuro.

Participantes do estudo foram instruídos para refletir sobre um recente conflito com um parceiro romântico ou um amigo íntimo. Foi então pedido a um grupo de participantes para descreverem como sentiriam-se sobre o conflito um ano no futuro, enquanto foi pedido para o outro grupo para descrever como sentiam-se no presente.

A equipe examinou as respostas escritas dos participantes através de um programa de análise de texto para o uso de pronomes – tais como eu, ela, ele. Estas escolhas de pronomes foram usadas para capturar o foco dos participantes nos sentimentos e comportamentos daqueles envolvidos no conflito. Respostas escritas foram também examinadas para estratégias benéficas de raciocínio – por exemplo, perdão e reinterpretação do conflito mais positivamente.

Os pesquisadores encontraram que pensar sobre o futuro afetou tanto o foco dos participantes em seus sentimentos quanto em suas estratégias de raciocínio. Como resultado, os participantes reportaram mais positividade sobre o seu relacionamento na totalidade. Em especial, quando os participantes do estudo expandiram seu pensamento sobre o relacionamento daqui a 1 ano, foram capazes de mostrar mais perdão e de reinterpretar o evento de uma forma mais leve e positiva.

A maneira como as pessoas respondem a conflitos é um componente essencial para a manutenção de um relacionamento, dizem os pesquisadores: “nosso estudo demonstra que adotar uma perspectiva orientada para o futuro no contexto de um conflito de relacionamento – refletindo em como uma pessoa pode sentir-se daqui a um ano – pode ser uma valiosa ferramenta de coping para a felicidade psicológica da pessoa e o bem-estar do relacionamento”, disse Huynh.

A pesquisa também tem potenciais implicações para o entendimento de como a perspectiva ou pensar sobre o futuro, pode ser uma estratégia benéfica para uma variedade de conflitos que as pessoas experienciam em suas vidas todos os dias.

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http://www.psypost.org/2016/07/thinking-future-helps-overcome-relationship-conflicts-44065

“Sexo Bom” Protege Mulheres de Risco Cardiovascular em Idade Mais Avançada

Ter sexo frequentemente – e desfrutá-lo – coloca homens mais velhos em maior risco para ataques cardíacos e outros problemas cardiovasculares. Para mulheres mais velhas, contudo,  o “bom sexo” pode, na verdade, diminuir o risco de hipertensão. Isso é de acordo com o primeiro estudo em larga escala de como o sexo afeta a saúde do coração ao longo da vida. A pesquisa, liderada por uma pesquisadora da Michigan State University, foi publicada em setembro de 2016 na Journal of Health and Social Behavior. “Estes achados desafiam a convicção generalizada de que sexo traz benefícios uniformes para a saúde de todos”, disse Hui Liu, professora da MSU.

Liu e colaboradores analisaram dados de pesquisa de 2.204 pessoas no National Social Life, Health and Aging Project. Os participantes tinham idade de 57 a 85 anos quando a primeira onda de dados foi coletada em 2005-06; uma outra etapa de coleta de dados foi realizada cinco anos mais tarde. Risco cardiovascular foi mensurado como hipertensão, batimento cardíaco rápido, proteína C reativa elevada e eventos cardiovasculares gerais: ataque do coração, insuficiência cardíaca  e derrame.

O estudo encontrou que homens mais velhos que tinham tido sexo uma vez na semana foram mais propensos a experiências de eventos cardiovasculares cinco anos após quando comparados a homens que eram sexualmente inativos. O risco não foi encontrado entre mulheres mais velhas. “Surpreendentemente, nós encontramos que ter sexo uma vez por semana ou mais coloca homens mais velhos em risco para experienciar eventos cardiovasculares que são quase 2x maiores do que em homens mais velhos que são sexualmente inativos”, disse Liu. “Além disso, homens mais velhos que viram o sexo com a sua parceira como extremamente prazeroso ou satisfatório tiveram risco mais alto de eventos cardiovasculares do que os homens que não tinham sentido-se assim”.

Ela disse que os achados sugerem que tensão e demandas de uma relação sexual podem ser mais relevantes para homens à medida em que eles ficam mais velhos, tornando-se crescentemente frágil e sofrem mais problemas sexuais. “Como homens mais velhos tem mais dificuldade em ter orgasmos por razões emocionais ou médicas do que os homens mais jovens, eles podem se esforçar para um maior grau de exaustão e criam mais estresse em seu sistema cardiovascular para atingir o clímax”.

Níveis de testosterona e o uso de medicação para melhor a função sexual podem também desempenhar um papel. “Embora evidência científica seja ainda rara”, Liu disse, “é provável que tal medicação sexual ou suplementos tenham efeitos negativos na saúde cardiovascular de homens mais velhos”.

Em última instância, embora quantidades moderadas de sexo possam promover saúde entre homens mais velhos, ter sexo muito frequentemente ou muito prazerosamente pode ser um fator de risco para problemas cardiovasculares, Liu disse. “Os médicos deveriam falar para pacientes do sexo masculino e mais velhos sobre os potenciais riscos de altos níveis de atividade sexual e talvez examinar aqueles que frequentemente tem sexo para investigar questões cardiovasculares”.

Para mulheres, foi uma estória diferente. Participantes do sexo feminino que acharam o sexo como sendo prazeroso ou satisfatório tiveram menos risco de hipertensão cinco anos após do que participantes do sexo feminino que não tinham sentido-se assim. “Para mulheres, nós temos boas noticias: sexo de boa qualidade pode proteger mulheres mais velhas de riscos cardiovasculares mais tarde na vida”, Liu afirmou.

Estudos anteriores sugerem que relacionamentos fortes, profundos e íntimos são uma importante fonte de suporte social e emocional, que pode reduzir o estresse e promover bem-estar psicológico e, por sua vez, saúde cardiovascular. “Isto pode ser mais relevante para mulheres do que para homens”, disse Liu, “porque homens, em todos os relacionamentos, independente de qualidade, estão mais propensos a receber suporte de sua parceira do que as mulheres. Contudo, apenas as mulheres em relacionamentos de boa qualidade pode adquirir tais benefícios de seu parceiro”. Além disso, o hormônio sexual feminino liberado durante o orgasmo pode também promover a saúde das mulheres, ela atestou.

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O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:

Good sex protects women but not men from cardiovascular risk in later life

O seu Sono Afeta o seu Relacionamento Marital?

Segundo uma pesquisa, SIM! 😉

O post a seguir é resultado de uma tradução livre do seguinte texto:

http://www.psypost.org/2016/08/the-amount-of-sleep-you-get-could-affect-your-marital-mindset-44308

Um novo estudo realizado por dois pesquisadores da Florida State University encontrou que quando maridos e esposas conseguem dormir mais do que a média do que se costuma dormir, eles ficam mais satisfeitos com seus casamentos, pelo menos no dia seguinte. A pesquisa foi conduzida pelo professor de psicologia da FSU – Jim McNulty – e a estudante de pós-graduação Heather Maranges.

“A universalidade de nossos achados é importante”, Maranges diz. “Quer dizer, nós sabemos que todas as pessoas precisam dormir. Independente do estágio em que o casal está em seu relacionamento ou do contexto cultural no qual eles estãoinseridos, cada indivíduo que forma o casal poderia ser negativamente afetado por não conseguir dormir o suficiente”.

O artigo científico: “The Rested Relationship: Sleep Benefits in Marital Evaluations” foi publicado na edição de julho de 2016 do Journal of Family Psychology. Ele enfatiza a importância de dormir já que dormir está relacionado a auto-regulação ou o auto-controle, que influencia como os casais casados sentem-se e pensam sobre o seu parceiro. O auto-controle requer energia que pode ser reconstituída quando os nossos corpos estão no período de descanso conhecido como sono. Em outras palavras, o sono oferece benefícios auto-regulatórios para os relacionamentos.

“Até 1/3 de adultos casados ou morando juntos reportam que problemas de sono atrapalham o seu relacionamento”, os pesquisadores escreveram no artigo científico.

Outros estudos de sono têm indicado que, mesmo a privação parcial do sono pode ter efeitos danosos em processos que requerem auto-regulação, como avaliar como você se sente sobre o seu(sua) parceiro(a). Contudo, resultados neste estudo revelaram que as diferenças dentre a duração do sono dos casais não estava associada com as diferenças na satisfação marital. Ou seja, porque um casal consegue dormir mais do que o outro não significa que o casal que experienciou mais sono viu seu casamento de forma mais favorável.

Maranges e McNulty conduziram sua pesquisa com 68 casados recém-casados. Ao longo de um período de sete dias, casais registraram o número de horas que eles dormiram e então responderam a dois grupos de questões em uma escala de 1 (nada satisfeito(a)) a 7 (extremamente satisfeito).

O primeiro grupo mediu satisfação geral no relacionamento, pedindo aos maridos e esposas para responderam a questões tais como: “o quanto você estava satisfeito(a) com o seu casamento hoje?”. O outro grupo focou-se nas experiências de relacionamento em noves áreas, incluindo afazeres domésticos, a quantidade de tempo passado juntos e a resolução de conflitos.

Especialmente os maridos foram menos negativamente afetados pelas más experiências naquelas nove áreas quando conseguiram dormir mais. Quer dizer, dormir atenuou os efeitos de específicos eventos negativos e avaliações em sua mais abrangente e mais geral satisfação com os casamentos deles.

Até que o estudo possa ser repetido para uma variedade mais ampla de casais, os pesquisadores disseram que vários fatores limitam as conclusões que podem ser provenientes de seus achados. Por exemplo, os casais examinados foram primariamente brancos, tinham estado casados menos do que seis meses e em média tinham 24 anos de idade. Eles também disseram que as medidas de qualidade de sono forneceriam mais testes rigorosos da associação entre o sono e a satisfação marital.

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Buscar Padrões Elevados Produzem Efeitos Contraditórios no Casamento

Casamento é como uma loteria: pode ou não dar certo. Contudo, é preciso muito mais do que sorte para que a relação seja satisfatória. E, pelo que parece, quanto mais você espera do outro, mais você se decepciona 😦

O texto a seguir foi resultado de uma tradução livre do seguinte post:

High standards produce mixed effects on marriages

Há uma tensão entre o que os cônjuges demandam de seus casamentos e o que eles são capazes de alcançar destes casamentos, de acordo com uma recente pesquisa psicológica. Os resultados foram publicados na edição de abril de 2016 da Personality and Social Psychology Bulletin.

Padrões elevados, quer seja em cuidado, apoio ou independência, melhoram a satisfação apenas em casamentos fortes. Para casamentos menos fortes, tal como aqueles envolvendo mais alto níveis de hostilidade indireta ou problemas mais severos, padrões elevados desgastam o relacionamento mais adiante.

“Algumas pessoas demandam muito de seus casamentos porque eles estão requerendo que seus casamentos cumpram as necessidades que eles não são capazes de alcançar, porque eles tem limitado tempo, energia, esforço ou habilidades para investir em seus casamentos”, diz Dr. James McNulty, Professor of Psicologia na Florida State University e autor do estudo.

“Mas outras pessoas demandam muito pouco de seus casamentos. O casamento deles é uma fonte potencial de realização pessoal que eles não estão explorando”, diz McNulty. “Por fim, cônjuges parecem estar muito melhores na medida em que eles pedem de seus casamentos tanto quanto, mas não mais do que, os casamentos deles são capazes de dá-los”.

Os pesquisadores utilizaram dados de 135 casais recém-casados vivendo no leste do Tennessee. Para começar, cada cônjuge separadamente completou os instrumentos para medir aspectos diversos de seus próprios padrões, assim como a severidade de problemas de relacionamento e satisfação marital.

Os recém-casados também participaram em discussões maritais que foram gravadas em vídeo, onde pesquisadores estudaram vários aspectos de comunicação verbal para avaliar a hostilidade indireta de casais com cada um. Os casais continuaram a reportar sua satisfação marital via um questionário a cada seis meses por 4 anos.

“Quando chega a resolução de problema de forma verbal, a hostilidade indireta é mais destrutiva do que a hostilidade direta”, diz McNulty. “Estudos anteriores realizados por nosso laboratório e outros indicam que hostilidade direta, tais como culpar o parceiro por um problema e demandar que o parceiro mude, pode ter benefícios importantes para alguns casais, especificamente aqueles que necessitam mudar. A chave é que a hostilidade direta comunica que há uma necessidade para mudança e até quanto cada parceiro quer coisas para mudar. Nossa pesquisa anterior indica que hostilidade indireta é danoso para todos os casais”.

Como recém-casados, maridos e esposas relataram estarem relativamente satisfeitos com seus casamentos e padrões relativamente elevados. Contudo, os relatos deles também indicaram que alguns casais eram menos felizes e demandavam menos do que os outros. Inicialmente,  os cônjuges foram observados por estarem envolvidos em níveis relativamente baixos de hostilidade indireta na média; entretanto, também houve  variabilidade substancial nestes quesitos.

A extensão para o qual padrões dos cônjuges estavam associados com mudanças em satisfação ao longo do tempo dependia das tendências de casais a engajarem-se em hostilidade indireta. Casais que funcionavam bem juntos, como indicados por níveis baixos de hostilidade indireta, foram mais capazes de satisfazer padrões mais elevados e, assim, apresentaram alta satisfação na medida em que eles mantiveram tais padrões, mas menor satisfação à medida em que eles mantiveram padrões mais baixos.

O oposto foi verdadeiro para casais que não funcionam bem juntos. Estes casais tiveram pontuações piores à medida em que eles mantiveram padrões elevados porque foram incapazes de satisfazê-los, mas apresentaram-se melhor na medida em que mantiveram padrões mais baixos que eles foram capazes de cumprir. 

“Cada casamento é diferente; pessoas diferem em sua compatibilidade, suas habilidades e os estressores externos que eles encaram”, diz McNulty. “Todos estes fatores desempenham um papel importante na determinação do quanto um casamento será bem-sucedido e por conseguinte, quantas pessoas deveriam demandar dele”.

“Esta pesquisa sugere que pessoas necessitam ter alguma idéia do que eles poderiam conseguir do casamento antes deles conseguirem. Isso é obviamente difícil, o que pode explicar porque casais experienciam um desajustamento entre o que eles demandam e o que eles, na verdade, podem,  alcançar”, diz McNulty.

Embora padrões elevados possam motivar parceiros a trabalharem para melhorar ou manter seus relacionamentos, esta pesquisa enfatiza o fato de que várias restrições previnem alguns cônjuges de cumprirem padrões mais elevados apesar de até terem as  motivações mais altas; de fato, alguns relacionamentos enfrentam obstáculos maiores para o sucesso do que outros e alguns cônjuges possuem mais e melhor habilidades interpessoais do que outros.

“Casais precisam se darem conta de seus pontos fortes e fracos e equilibrar seus padrões de acordo com eles”, aconselha McNulty.

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Estudo Mostra o Custo Emocional para Pais que Demonstram Felicidade Quando Não Estão Felizes

Pais que ESCONDEM seus sentimentos ensinam aos filhos que não são todos os tipos de sentimentos que podemos experimentar. E isto tem um custo emocional para ambos a longo prazo.

O texto a seguir foi resultado de uma tradução livre do seguinte post:

New study shows emotional cost for parents who put on a happy face for their children

Como os pais se sentem quando eles regulam as suas expressões emocionais de forma que não demonstre seus verdadeiros sentimentos?  Uma recente pesquisa sugere que as tentativas dos pais para suprimir emoções negativas e amplificar as positivas durante o cuidado com os filhos pode depreciar o seu bem-estar e laços de alta qualidade entre pai-filho. Os achados foram publicados na edição de março de 2016 da revista científica Personality and Social Psychology Bulletin.

Em dois estudos, um experimental e o outro um estudo de uma eperiência diária por um período de 10 dias, os cientistas examinaram como a supressão emocional negativa dos pais e a amplificação da emoção positiva podem modelar o bem-estar pessoal dos pais e de relacionamento. Nos estudos, os pais reportaram experienciar mais baixa autenticidade, bem-estar emocional, qualidade de relacionamento e capacidade de resposta às necessidades de seus filhos quando eles suprimiram emoções negativas e amplificaram emoções positivas quando oferecem cuidado aos seus filhos.

“Ao examinar a regulação de emoções positivas e negativas em conjunto, nossos resultados podem esclarecer os efeitos únicos de usar cada estratégia”, disse a autora principal do estudo, Dra. Bonnie Le, da University of Toronto.

No primeiro experimento com 162 pais que focaram-se em recordar de experiências passadas de cuidado antes de responder a uma série de questões, os pesquisadores encontraram vários custos emocionais para os pais.

“Para os pais comuns, os achados sugerem que quando eles tentaram esconder suas expressões de emoções negativas e superexpressão de suas emoções positivas com seus filhos, realmente teve um custo: fazendo assim, pode levar os pais a sentirem-se piores com eles mesmos”, disse a co-autora Dra. Emily Impett, da University of Toronto Mississauga.

Como um seguimento para determinar se a dificuldade da situação de cuidado da criança pode influenciar os resultados, os pesquisadores usaram um grupo menor (118) de pais que forneceram respostas livres para uma questão em aberto a respeito da experiência diária de cuidado no decorrer de dez dias. Embora maior desafio para cuidar tenha levado a mais exemplos de supressão dos sentimentos negativos e amplificação dos seus sentimentos positivos, o resultado completo foi similar.

“Pais experienciaram custos quando regularam suas emoções dessa forma porque eles sentiram-se menos autênticos ou verdadeiros consigo mesmos”, disse a Dra. Le. “É importante notar que amplificar as emoções positivas foi relativamente mais custoso para engajar-se nelas, indicando que controlar as emoções de maneiras que podem parecer benéficas no contexto de cuidado para crianças pode ter um custo”.

As autoras reconhecem que embora pais possam experienciar custos para engajarem-se nestas estratégias de regulação das emoções, será importante examinar se crianças podem realmente beneficiarem-se dos esforços de seus pais para esconder emoções potencialmente nocivo e super-expressar emoções positivas.

“Os achados esclareceram sobre uma condição sob o qual a parentalidade pode estar associada com mais dor do que prazer: quando pais expressam mais emoções positivas do que eles genuinamente sentem e mascaram as emoções negativas que eles realmente sentem quando cuidam de seus filhos. Pesquisas futuras deveriam identificar mais formas adaptativas para pais regularem as emoções que permita a eles se sentirem fiéis a si mesmos e contribuírem para as experiências mais alegres e mais adequadas de parentalidade”, resumiu a Dra. Impett.

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