Ansiedade e Depressão Parental Estão Relacionadas a Problemas para Comer em Pré-Escolares?

Ansiedade e/ou depressão parental durante a gravidez e antes do filho começar a escola está associada a um aumentado risco dessa criança se tornar um “comedor exigente”, encontra uma pesquisa publicada online nos Archives of Disease in Childhood.

As associações foram evidentes para mães em ambos os períodos de tempo, mas apenas durante o período pré-escolar para os pais, os achados indicam.

O comportamento de “comedor exigente”, que é caracterizado pela consistente rejeição de determinadas comidas, é comum na infância e uma frequente fonte de preocupação para os pais, dizem os pesquisadores.

Tem sido associado com constipação, problemas de peso e questões comportamentais na criança. E tem estado associado a ansiedade e depressão pós-parto em mães.

Mas não tem estado claro se a ansiedade/depressão é causada pelos padrões alimentares da criança ou é o próprio padrão alimentar um fator de risco, nem é conhecido qual potencial impacto o estado mental do pai pode ter.

Em uma tentativa de responder a estas questões, os pesquisadores interrogaram participantes no Generation R study, que tem estado rastreando a saúde e bem-estar de crianças desde a gestação adiante desde 2002 na Holanda.

A análise atual foi baseada em 4746 pares de mães e filhos e 4144 pais, cujos filhos tinham todos nascidos entre 2002 e 2006.

Foi pedido aos pais para completarem um questionário (o BSI) durante a metade do período da gravidez e então novamente três anos mais tarde, para avaliar seus próprios sintomas de ansiedade e depressão. E mães completaram um outro questionário (o CEBQ) em padrões alimentares na infância, quando seus filhos chegaram aos 4 anos de idade. Pais também preencheram algumas questões sobre padrões alimentares de seus filhos quando eles tinham 3 anos de idade.

Aos 3 anos, aproximadamente 30% das crianças foram classificadas como comedores exigentes.

Após levar em conta os fatores influentes, tais como nível educacional e renda familiar, ansiedade materna durante a gravidez e durante o período pré-escolar, foram ambos independentemente associados com comportamento de comer exigente na época que o filho tinha 4 anos de idade. Isto foi independentemente de seus próprios sintomas quando a criança tinha 3 anos.

Cada adicional ponto que as mães fizeram na escala de ansiedade na gravidez estava associado com um ponto extra na pontuação, denotando a característica de comedor exigente no filho.

Entre os pais, apenas ansiedade durante o período pré-escolar estava associado com a característica de comedor compulsivo, no filho.

Análise adicional mostrou que não apenas eram clinicamente altas as pontuações de ansiedade maternal associada com comer de forma exigente, mas também pontuações que eram acima da média, comparadas com mães que pontuaram na média ou abaixo da média.

Assim como para a depressão, a pontuação maternal mais alta durante o período pré-natal assim como 3 anos após o nascimento estavam independentemente relacionadas a pontuações mais altas de comedores exigentes entre seus 4 anos. Os resultados foram similares para os pais.

Este é um estudo observacional, então não há conclusões definitivas que possam ser elaboradas sobre causa e efeito, mas os achados corroboram aqueles de outras pesquisas, dizem os autores do estudo.

E os achados de que os sintomas pré-natal das mães predisseram um comportamento de comedor exigente de 4 anos de idade, independentemente de se ela tinha sintomas quando a criança tinha 3 anos, “sugere fortemente que a direção das associações com sintomas pré-natais nas mães é de mãe para filho”, eles escreveram.

“Terapeutas deveriam estar cientes de que não apenas ansiedade severa e depressão, mas também formas mais leves de problemas internalizados, podem afetar comportamento alimentar na criança”, eles acrescentam.

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Parental anxiety and depression linked to pre-schoolers’ fussy eating

Sinais Precoces de Ansiedade e Depressão Podem Estar Evidentes em Recém-Nascidos

Preditores precoces de ansiedade e depressão pode estar evidentes no cérebro mesmo no nascimento, sugere um estudo da Washington University School of Medicine, em St. Louis.

Analisando exames do cérebro de recém-nascidos, os pesquisadores encontraram que a potência e padrão de conexões entre certas regiões do cérebro predisseram a probabilidade dos bebês de desenvolverem excessiva tristeza, timidez, nervosismo ou ansiedade de separação aos dois anos de idade. Tais sintomas têm sido ligados a depressão clínica e transtornos ansiosos em crianças mais velhas e em adultos. A pesquisa foi publicada na Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry“o fato de que nós podemos ver estes padrões de conectividade no cérebro no nascimento, ajuda a responder uma questão critica sobre se elas poderiam ser responsáveis por sintomas precoces ligados a depressão ou ansiedade ou se estes sintomas levam a mudanças no cérebro”, disse Cynthia Rogers, MD, professora assistente de psiquiatria infantil. “Nós encontramos que já no nascimento, as conexões do cérebro podem ser responsáveis pelo desenvolvimento de problemas mais tarde na vida”.

Inicialmente, Rogers e sua equipe empenharam-se para identificar diferenças em conectividade funcional do cérebro – a coordenação de atividade em diferentes partes do cérebro — entre bebês nascidos prematuramente e outros nascidos a termo. Eles conduziram exames de MRI funcional em 65 recém-nascidos nascidos a termo e 57 recém-nascidos nascidos prematuramente com, pelo menos, 10 semanas antes. Estes últimos foram escaneados no ou perto da data indicada deles nascerem.

Os pesquisadores olharam para as diferenças nos padrões de conectividade em várias regiões do cérebro, esperando encontrar evidência para explicar porque bebês prematuros enfrentam um risco maior de desenvolver problemas psiquiátricos — incluindo depressão e ansiedade — mais tarde na vida. Em particular, a equipe focou-se em como uma estrutura envolvida no processamento de emoções, chamada de amígdala, conecta com outras regiões do cérebro.

Primeiro, eles encontraram que bebês a termo e saudáveis, tinham padrões de conectividade entre a amígdala e outras regiões do cérebro que eram similares aos padrões de estudos anteriores que tinham indicado em adultos. Embora houvesse padrões similares de conectividade em bebês prematuros, a potência de suas conexões entre a amígdala e outras regiões do cérebro estavam reduzidas. Mais curiosamente, eles notaram que vários padrões de conexões entre a amígdala e outras estruturas — como a insula, que está envolvida em consciência e emoção, o córtex pré-frontal medial, que desempenha papéis em planejar e tomar decisões — parece aumentar o risco de sintomas precoces relacionados a depressão e ansiedade.

Quando os bebês fizeram 2 anos de idade, um subgrupo recebeu avaliações de seguimento para olhar para sintomas precoces de ansiedade e depressão. Os pesquisadores avaliaram 27 das crianças que tinham nascido prematuramente e 17 nascidas a termo: “crianças nascidas prematuramente não estavam mais propensas do que crianças nascidas a termo para exibir sinais precoces de ansiedade e depressão”, Rogers disse. “Parte disso pode ser devido ao fato de que um número de crianças a termo já estavam em risco para sintomas devido a fatores sócio-demográficos, tal como viver na pobreza ou ter uma mãe com depressão clinica ou um transtorno ansioso. Ademais, a severidade destes sintomas precoces de ansiedade estava correlacionada com padrões de conectividade vistos nos bebês em ambos os grupos”.

Os pesquisadores também querem avaliar novamente todas as crianças do estudo quando elas tiverem 9 a 10 anos de idade, para saber se as conexões do cérebro continuam a influenciar o risco para depressão e transtornos de ansiedade: “nós temos um pedido de financiamento sendo avaliado para trazer as crianças pré-termo de volta quando elas estiverem mais velhas, junto com as crianças a termo, e nós queremos estudar como o cérebro delas se desenvolveu ao longo do tempo”, Rogers afirmou. “Nós queremos determinar se elas ainda tem muitas das mesmas diferenças em conectividade, se houveram quaisquer mudança nas conexões estruturais e funcionais no cérebro e como todas elas relacionam-se a se elas têm sintomas de transtornos psiquiátricos”.

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Estudo da Atividade Cerebral Mostra como os Comerciais de Comida Influenciam as Escolhas de Comida das Crianças

A publicidade de alimentos é uma indústria multimilionária, com aproximadamente 1.8 bilhões de dólares ganhos anualmente direcionados para crianças e adolescentes, que vêem entre 1.000 e 2.000 de anúncios por ano. Alguns estudos têm mostrado que há uma relação entre receptividade a comerciais de comida e o montante e tipo de comida consumida. Em um novo estudo que será publicado no The Journal of Pediatrics, pesquisadores estudaram a atividade cerebral de crianças após assistirem comerciais de comida e encontraram que os comerciais influenciam as escolhas de comida por parte das crianças e a atividade cerebral.

23 crianças, na faixa etária de 8 a 14 anos de idade, pontuaram 60 itens de comida no quão saudável ou gostosa a comida era. A Dra. Amanda Bruce e pesquisadores da University of Kansas Medical Center e University of Missouri-Kansas City então estudaram a atividade cerebral das crianças enquanto elas assistiam comerciais de comida e de não-comida e submetiam-se a ressonância magnética funcional (fMRI).

De acordo com a Dra. Bruce, “para análises do cérebro, nosso foco primário foi na região do cérebro mais ativa durante a valorização da recompensa, o córtex pré-frontal ventromedial”. Durante o exame do cérebro, foi perguntado as crianças se elas queriam comer as comidas que foram mostradas imediatamente após os comerciais.

Os pesquisadores encontraram que, em geral, as decisões das crianças foram guiadas pelo paladar ao invés da questão de ser saudável.  Contudo, o sabor foi até mais importante para as crianças após assistirem comerciais de comida comparado com comerciais que não eram de comida; o tempo de decisão mais rápido (ou seja, o quão rápido as crianças decidiram se queriam comer a comida apresentada) também foram observadas após assistir comerciais de comida. Adicionalmente, o córtex pré-frontal ventromedial das crianças estavam significantemente mais ativos após assistirem aos comerciais de comida.

A publicidade de alimentos tem sido citada com um fator significante em escolhas de comida, comer em excesso e obesidade em crianças e adolescentes. Os resultados deste estudo mostram que assistir comerciais de comida pode mudar a maneira como as crianças avaliam o sabor, aumentando o potencial para crianças fazerem escolhas de comida mais rápido e mais impulsivo. A Dra. Bruce atestou: “Publicidade de alimentos pode alterar sistematicamente os mecanismos neurobiológicos e psicológicos das decisões de comida por parte das crianças”.

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http://www.psypost.org/2016/08/study-of-brain-activity-shows-that-food-commercials-influence-childrens-food-choices-44352

Um Novo Estudo Examina Porque os Pais Sentem Tanto Medo de Deixar as Crianças Sozinhas

Deixar uma criança desacompanhada é considerado tabu na intensa atmosfera parental de hoje, apesar de evidência de que crianças americanas estão mais seguras do que nunca. Então por que os pais estão negando a seus filhos a mesma liberdade e independência que eles tiveram e desfrutaram quando eram crianças? Em um novo estudo da University of California, cientistas sociais sugerem que nossos medos de deixar a criança sozinha tem se tornado sistematicamente exagerado em décadas recentes – não porque a prática tem se tornado mais perigosa, mas porque tem se tornado socialmente inaceitável: “sem se dar conta disso, nós temos aumentado consistentemente nossas estimativas do montante de perigo voltados para crianças deixadas sozinhas para melhor justificar ou racionalizar a desaprovação moral que nós sentimos frente a pais que violam esta norma social relativamente nova”, afirmou Ashley Thomas, estudante de pós-graduação em ciências cognitivas e autora principal do trabalho, publicado online na revista científica Collabra.

O estudo baseado em uma pesquisa de opinião encontrou que crianças, cujos pais deixaram-las sozinhas de propósito – para ir ao trabalho, ajudar em caridade, relaxarem ou encontrarem um amante, – foram percebidas como estando expostas a um perigo maior do que aquelas cujo os pais estavam involuntariamente separados delas.

Os pesquisadores apresentaram a pesquisa aos participantes com cinco diferentes cenários no qual uma criança foi deixada sozinha por menos de uma hora. As situações variaram de uma criança de 10 meses que foi deixada dormindo por 15 minutos em um carro refrigerado estacionado em uma garagem subterrânea de uma academia a uma criança de oito anos ler um livro sozinha sentada em uma cafeteria um bloco de casa, por 45 minutos: “em um dado cenário, a única coisa que variou foi a razão para a ausência dos pais”, disse o professor Kyle Stanford. “Estes incluíram uma ausência involuntária — causada por um acidente fictício no qual a mãe foi atingida por um outro carro e brevemente ficou inconsciente — e quatro que foram planejadas: sair para trabalhar, para fazer voluntariado para caridade, relaxar ou encontrar um(a) amante. Após ler sobre cada cenário e a razão por detrás de cada criança ser deixada sozinha, os participantes pontuaram, em uma escala de 1 a 10 o quanto eles estimavam que a criança estava em perigo enquanto os pais estavam ausentes, sendo 10 o maior risco”.

Em geral, os participantes da pesquisa viram todas as situações como sendo bastante perigosas para as crianças: a média de estimativa de risco foi 6.99 e a classificação mais comum em todos os cenários foi 10. Apesar das descrições idênticas de cada conjunto de circunstâncias no qual as crianças estavam sozinhas, aquelas deixadas sozinhas de propósito foram estimadas estarem em um perigo maior do que aquelas cujo os pais deixaram-as sozinhas involuntariamente: “na verdade, crianças deixadas sozinhas de propósito são quase certamente mais seguras do que aquelas deixadas sozinhas por acidente, porque os pais podem tomar medidas para tornar a situação mais segura, como dar para a criança um telefone ou revisar regras de segurança”, disse Barbara Sarnecka, co-autora do estudo e professora associada de ciências cognitivas. “O fato de que as pessoas fazem um julgamento oposto fortemente sugere que elas moralmente desaprovam os pais que deixam seus filhos sozinhos e essa desaprovação inflaciona sua estimativa do risco”.

Isto é também nascido da visão dos participantes de crianças deixadas sozinhas por um dos genitores para encontrar um(a) amante como sendo significantemente mais perigoso do que as crianças deixadas sozinhas em precisamente as mesmas circunstâncias por um genitor que deixa a criança sozinha porque vai trabalhar, voluntariar para a caridade ou apenas relaxar.

Em cenários onde foi pedido aos participantes para julgar não apenas o quanto de perigo a criança estava enfrentando, mas também se a mãe tinha feito algo moralmente errado, os pesquisadores esperavam o risco percebido classificando para ser menor: “nós pensamos que dar as pessoas uma forma alternativa para expressar sua desaprovação da ação dos pais reduziria a extensão pela qual julgamentos morais influenciadas percepções de risco”, Thomas disse. “Mas exatamente o contrário aconteceu. Quando as pessoas nos deram um julgamento explicito sobre a conduta do genitor, a estimativa do risco para a criança foi até mais inflacionado pela desaprovação moral da razão do genitor para sair”.

De fato, a estimativa de riscos de pessoas mais próximas seguiu seus julgamentos de que se as mães nos cenários tinham feito algo moralmente errado. Até os pais que deixaram as crianças sozinhas involuntariamente não foram considerados moralmente irrepreensíveis, recebendo uma média de julgamento de “erro moral” de 3,05 em uma escala de 10 pontos.

Os autores encontraram um outro padrão interessante quando substituíram mães nas estórias com pais: para pais — mas não mães — uma ausência relacionada ao trabalho foi tratada mais como uma ausência involuntária. Esta diferença poderia originar-se da visão de que trabalho é mais obrigatório e menos uma escolha voluntária para homens: “exagerar os riscos de permitir que crianças passem um tempo sem supervisão tem custos significantes além da perda da independência, liberdade e oportunidade das crianças para aprender a como resolver problemas por si mesmas”, Sarnecka disse. “As pessoas tem adotado a idéia de que crianças nunca devem ser deixadas sozinhas, os pais (pai e mãe) enfrentam a possibilidade crescente de detenção, encargos de abuso ou negligência e, até encarceramento por permitirem seus filhos brincarem em parques, caminharem para a escola ou esperarem em um carro por alguns minutos sem eles. No mínimo”, ela continuou, “estes achados deveriam advertir aqueles que fazem e aplicam a lei para distinguir avaliações racionais e baseadas em evidência de risco para crianças de julgamentos morais intuitivos sobre pais (pai e mãe) — e para evitar investir o último com a força da lei”.

O estudo envolveu respostas de pesquisas de opinião de 1.328 participantes no Amazon Mechanical Turk agrupando indivíduos na faixa etária de 18 a 75 anos, com uma divisão bastante equitativa de homens e mulheres e aqueles com e sem crianças. As mulheres significaram 52% dos respondentes, enquanto que 48% foram homens; e 56,43% tinham crianças e 43,57% não tinham. Mais de 80% dos participantes eram brancos e 2/3 tinham completado pelo menos faculdade incompleta.

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Crianças Criadas em Lares Estáveis Não Apresentam Diferenças Quanto ao Gênero dos Pais

Crianças criadas por casal de mulheres com uma vida familiar estável não mostram diferença em saúde no geral, dificuldades emocionais, coping e comportamento de aprendizagem, comparado a crianças de pais heterossexuais em similarmente relacionamentos estáveis, concluiu um estudo publicado em abril no Journal of Developmental & Behavioral Pediatrics, a revista oficial da Society for Developmental and Behavioral Pediatrics: “nosso estudo de famílias sem divórcios ou outras transições familiares encontrou que relacionamentos de esposa-parceira e mãe-criança são similares independente da estrutura familiar”, comentou os pesquisadores Henry Bos, PhD, e Nanette Gartrell, MD, da University of Amsterdam. “Estes relacionamentos fortes são importantes contribuintes para bons desfechos infantis — e não se os pais são um casal de preferências homossexuais ou heterossexuais”.

Os pesquisadores identificaram 95 famílias com um casal de mulheres e 95 famílias de casal heterossexual, equiparadas por características dos pais e da criança. As famílias foram tiradas de um estudo bastante grande e nacionalmente representativo, o National Survey of Child Health (casais de homens não foram incluídos por causa do pequeno número de famílias preenchendo os critérios do estudo).

O estudo atual focou-se em famílias sem histórico de instabilidade familiar, descontinuidade ou limitadas transições para pais/mães que estavam criando seus próprios filhos desde o nascimento, sem divórcio, separação ou adoção. Desta forma, o estudo minimizou o impacto de perturbação familiar no bem-estar da criança.

Os resultados não mostraram diferenças entre os dois grupos em termos de relacionamentos de esposa(o) ou parceiro(a), relacionamentos progenitor-criança ou qualquer um dos desfechos infantis avaliados. A única diferença entre os dois grupos de famílias foi um relato maior de estresse dos pais entre os casais do mesmo sexo.

Em ambos os grupos de famílias, relacionamentos mais positivos de pai/mãe-filho(a) estavam associados com níveis mais altos de saúde geral das crianças e melhor coping e comportamentos de aprendizagem. Melhor relacionamentos de esposa(o)/parceiro(a) e progenitor-criança estavam associados com níveis mais baixos de dificuldades emocionais das crianças.

Como o número de crianças criadas por pais gays e mães lésbicas continua a crescer, há um debate contínuo e altamente politizado sobre a parentalidade de casais do mesmo sexo e desfechos da criança. Uma grande maioria de estudos não encontraram diferenças em desfechos para crianças criadas por famílias com pais do mesmo sexo versus pais de sexo diferente. A maioria dos estudos foram baseados em amostras de conveniência ou recrutamento em clínica de fertilidade.

Em contrapartida, o atual estudo foi desenhado para uma pesquisa baseada em população em saúde das crianças aprovada pelo National Center for Health Statistics of the Centers for Disease Control and Prevention. Os resultados mostraram que, para crianças com relacionamentos familiares estáveis e positivos, os desfechos são similarmente bom em ambos as famílias: pais do mesmo sexo ou pais de sexo diferente.

Isso ocorre apesar dos níveis mais altos de estresse parental reportado por pais do mesmo sexo, Dr. Bos e colaboradores observaram. Eles necessitam de estudos adicionais para avaliar a fonte deste estresse, sugerindo que o “enfoque cultural” nos desfechos da criança em famílias com pais do mesmo sexo poderia ser um fator contribuinte.

Os achados enfatizam a necessidade de “ir além de políticas anti-LGBT”, de acordo com um comentário de Nathaniel Frank, PhD, diretor do What We Know Project da Columbia Law School. Ele escreve: “o estudo corrobora as conclusões de ‘sem diferenças’ que tem sido alcançada por pelo menos, 73 outros estudos acadêmicos”.

Especialmente desde que a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos deliberando o status do casamento de pessoas do mesmo sexo, o Dr. Frank declara: “o debate científico sobre as políticas de parentalidade gay acabou e o tratamento igual venceu”. Ele acredita que pesquisas futuras deveriam focar-se em satisfazer as necessidade de saúde e bem-estar da população carente.

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For kids raised in stable families, no difference in well-being with same-sex versus different-sex parents

As Crianças e o Uso de Aparelhos Touch Screen

O seu filho pequeno usa um tablet touch screen? Um recente estudo publicado no Frontiers in Psychology mostrou que o uso precoce de telas sensíveis ao toque (touch screen) e, em particular, ativamente rolar a tela, correlaciona-se com o aumentado controle motor fino em crianças pequenas.

Smartphones e tablets são agora comuns no trabalho e em casa. Se você esta lendo isso pela manhã durante o seu trajeto em um transporte publico, é provável estar fazendo isso de um aparelho de touch screen, enquanto está rodeado por pessoas que estão completamente absorvidas por seus próprios aparelhos de touch screen.

Tem havido um dramático aumento na compra e uso de tablets e smartphones nos últimos anos. No Reino Unido, a propriedade familiar de aparelhos de touch screen aumentou de 7% em 2011 a 71% em 2014. Não é, portanto surpreendente, que as crianças estejam usando aparelhos de touch screens em uma idade muito precoce, mas isto é uma coisa boa ou não?

Os efeitos de usar aparelhos de touch screen por parte de crianças pequenas são uma preocupação de alguns pais e políticos. A opinião pública defende que usar aparelhos de touch screen muito precocemente pode levar ao atraso do desenvolvimento cognitivo das crianças. A Academia Americana de Pediatria aconselha que as crianças não deveriam ser expostas a quaisquer aparelhos de telas, incluindo touch screens, antes da idade de dois anos e agências similares em outros países têm adotado estas diretrizes. Contudo, nós não sabemos ainda se estes medos são justificáveis e constatamos que quando se refere a aparelhos de touch screen, eles não são respaldados por dados concretos. As atuais diretrizes são provavelmente mais de uma reação automática a uma nova tecnologia do que uma estratégia de saúde fundamentada.

Cientistas ainda não estudaram extensivamente a relação entre desenvolvimento infantil e uso de touch screens, porque a tecnologia é ainda tão nova e as crianças que tem usado esta tecnologia desde pequenas ainda são muito novas.

Apesar das orientações, na realidade, muitas crianças pequenas usam aparelhos de touch screen desde muito cedo. O Dr. Tim J Smith da University of London, deu-se conta de que há uma necessidade por mais dados sólidos e com a ajuda de seus colaboradores da King’s College, montaram uma pesquisa online para pais no Reino Unido, para responderem questões sobre o uso de touch screen por parte dos filhos. Isto incluiu questões sobre se as crianças pequenas usaram aparelhos de touch screen, quando usaram um pela primeira vez e com que frequência e por quanto tempo eles os usa. A pesquisa também incluiu questões especificas para avaliar o desenvolvimento das crianças, tais como a idade que elas primeiro empilharam blocos, que indica habilidade motoras finas ou a idade que elas usaram sentenças de duas palavras, que indica desenvolvimento de linguagem.

No total, 715 famílias responderam e o estudo confirmou que usar aparelhos de touch screen é extremamente comum em crianças pequenas do Reino Unido: “o estudo mostrou que a maioria das crianças pequenas tinham exposição diária a aparelhos de touch screen, aumentando de 51,22% aos 6-11 meses a 92,05% aos 19-36 meses”, explicou o Dr. Smith.

Os pesquisadores não encontram associações significativas entre o uso de aparelhos de touch screen e desenvolvimento do andar e nem da linguagem. Contudo, “em crianças pequenas da faixa etária de 19-36 meses, encontraram que a idade em que os pais reportaram que seu filho primeiro rolou o dedo ativamente em um touch screen foi positivamente associada com a idade em que eles foram primeiro capazes de empilhar blocos, uma medida de controle motor fino”.

Ainda não é conhecido se esta correlação indica que usar aparelhos de touch screen pode melhorar as habilidades motoras finas ou se as crianças com habilidades motoras finas são mais propensas a usarem aparelhos de touch screen mais cedo, e por isso, trabalho adicional é requerido para determinar mais precisamente a natureza desta relação. Contudo, é claro que a atual geração de crianças pequenas está adaptando-se rapidamente a esta nova tecnologia e estas crianças prometem usar estes aparelhos durante toda a sua vida.

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Touchscreens may boost fine motor skills in toddlers, study finds

Será que é mais Cansativo e Menos Feliz ser Mãe do que Pai?

Uma equipe de pesquisadores da Cornell University, a University of Minnesota e o Minnesota Population Center usaram dados de um diário de uso de tempo para encontrar que mais eram menos felizes do que pais com sua obrigações de parentalidade. Mães reportam mais estresse e maior fadiga do que pais. Esta lacuna de experiência é atribuída as diferentes atividades de cada progenitor (pai/mãe).

O artigo científico foi recentemente publicado no American Sociological Review: “A boa notícia do nosso estudo é que os pais normalmente aproveitam para estar com seus filhos”, disse a pesquisadora da University of Minnesota, Ann Meier: “mas a má notícia é que as mães desfrutam disso menos do que os pais porque elas fazem mais do ‘trabalho’ das tarefas de parentalidade e menos da parte ‘divertida’.

Meier e suas colegas: Kelly Musick da Cornell University e Sarah Flood, da Minnesota Population Center usaram dados de diário de uso de tempo de mais de 12.000 pais (pai e mãe) que ligaram as suas impressões em pesquisa americana de 2010, 2012 e 2013 sobre uso de tempo. A equipe examinou os tipos de atividades parentais que mães e pais desempenharam e bem-estar individual durante as atividades.

Os pesquisadores encontraram que não apenas fazer as atividades parentais entre mães e pais diferiam, mas também diferia o ambiente cercando a atividade. Meier explicou: “quando as mães estão com os seus filhos, elas estão mais frequentemente por elas mesmas. Quando os pais estão com os filhos, eles estão mais propensos a ter um outro adulto por perto, oferecendo algum back-up. Isto ajuda-nos a entender porque os pais estão menos estressados com os seus filhos”.

O sono também teve um efeito na diferença dos níveis de felicidade dos pais, disse Meier: “mães estão mais propensas do que os pais a serem chamadas pelos filhos ‘24 horas por dia’. O sono dos pais e down-time são menos propensos do que os das mães e serem interrompidos pelos filhos. Esta é parte da razão pelo qual os pais estão menos cansados do que as mães quando estão exercendo seu papel parental”.

O novo artigo cientifico confirma o que muitas mães tem notado anedoticamente. Os dados em torno da parentalidade, atividades e felicidade pode ajudar a encerrar a lacuna de experiência entre os gêneros. Meier afirma: “ter dados sistematicamente coletados de milhares de pais nos permite confirmar o que pais já tem sabido por anos – que atividade parental é significativa mas também estressante e cansativa. Muitas mães reconhecerão suas experiências de sono interrompido e da atividade diária de alimentar e banhar. Esperançosamente, muitos papais verão que suas parceiras estarão mais felizes se eles negociassem um pouco de seu tempo livre com as crianças por mais do ‘trabalho’ de educar”.

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All work and no play with children make moms less happy parents

Pais que Usam Carinho ao Invés de Bater Fomentam Maior Competência Social nos Filhos

Pais deveriam continuar a evitar bater e usar técnicas parentais positivas, tal como o carinho, para criar comportamentos positivos em seus filhos, de acordo com um estudo recente publicado online em abril de 2016 , na Journal of Marriage and Family.

Décadas de pesquisa encontraram ligações entre o uso do bater por parte dos pais e uma aumentada probabilidade de desfechos negativos para crianças, tal como comportamento antisocial. Acredita-se que bater aumenta o comportamento antisocial porque ele modela agressão e não ensina as crianças o porquê o comportamento delas foi errado ou quais comportamentos alternativos são apropriados.

Apesar dos desfechos infantis negativos associados com o bater, muitos acadêmicos tem defendido o bater como uma forma efetiva de disciplina e uma significativa proporção de pais americanos regularmente usam o bater para disciplinar as crianças. Além disso, pouca atenção tem sido dada para buscar se o bater promove comportamentos infantis desejáveis.

Em contraste com o bater, o carinho maternal inclui comportamentos tais como afeição, reforço positivo e responsividade verbal para a criança. Estes comportamentos têm sido mostrados como promovedores de uma criação de confiança e reciprocidade entre pais e filhos e o desenvolvimento da competência social da criança. Ainda, o carinho maternal tem sido associado com menos comportamentos oposicionais na criança, melhor auto-regulação da criança e menos problemas de comportamentos infantis.

O estudo,  realizado por Inna Altschul (University of Denver), Shawna Lee (University of Michigan) e Elizabeth Gershoff (University of Texas), investigou se bater ou fazer carinho predisse a mudança em comportamentos agressivos e socialmente competente em crianças pequenas ao longo do tempo.

O estudo usou informação de 3.279 famílias com crianças pequenas que participaram em um estudo longitudinal de famílias urbanas. Ele avaliou o uso de bater e o carinho maternal das mães, e subsequentemente o comportamento agressivo e competência social do filho. Fatores de risco psicossociais, sócio-econômicos e características demográficas, assim como características da criança, foram também controlados.

Os resultados revelaram que bater predisse agressão na criança, mas não estava sendo associado com competência social das crianças. Em contraste, o carinho maternal predisse uma maior competência social da criança mas não estava associado com agressão. O carinho foi um preditor significativamente mais forte de competência social das crianças do que o bater.

Os pesquisadores concluíram que: “estes achados indicam que os pais deveriam continuar a evitar bater e, ao invés, usar técnicas parentais positivas tal como carinho, para fomentar os comportamentos positivos em seus filhos”. Eles também sugerem que “mesmo se os pais usam ambos (o bater e o carinho), os benefícios do carinho com relação a competência social das crianças pode ser abalada pela aumentada agressão da criança associada com o bater”.

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Parents who use warmth instead of spanking foster greater social competence in their children

O Sono de Crianças com TDAH

Um novo estudo da Aarhus University documentou que há algumas verdades na reclamação de pais de crianças com TDAH de que seus filhos tem mais dificuldade para adormecer e que dormem mais precariamente do que as outras crianças.

Estudos têm mostrado que até 70% de pais de crianças com TDAH relatam que os filhos tem dificuldade para adormecer e que passam um tempão colocando-os para dormir. Contudo, estudos científicos que medem a qualidade do sono usando eletrodos tem, até agora, falhado para demonstrar uma correlação entre a qualidade do sono e TDAH. Mas agora, um novo estudo dinamarquês mostra que crianças com TDAH realmente dormem pior do que outras crianças: “nosso estudo confirmará o que muitos pais tem experienciado, que é que crianças com TDAH levam mais tempo para adormecer a noite. Com nossas mensurações, nós podemos também ver que estas crianças experienciam mais sono perturbado incluindo menos sono profundo. Se você apenas olha para a duração de sono, as crianças no grupo de TDAH dormem 45 minutos menos do que crianças no grupo controle”, disse Anne Virring Sørensen, que está por trás do estudo.

Duas de cada três crianças com TDAH têm um ou mais diagnósticos psiquiátricos adicionais ao TDAH, o que provavelmente aumenta o risco de perturbação do sono. Mas mesmo quando os pesquisadores olham para as crianças que tem apenas o diagnóstico de TDAH, eles vem uma grande diferença nos padrões de sono do grupo controle e do grupo de TDAH.

Os pesquisadores também estudaram padrões de sono durante o dia. Os achados surpreenderam os pesquisadores: “ao contrário da noite, nós pudemos ver que houve uma tendência para as crianças com TDAH adormecerem mais rápido durante o dia do que as crianças no grupo controle. Isto de alguma forma surpreende quando você leva em conta que o TDAH está associado com características tal como a hiperatividade. Mas esta hiperatividade poderia ser um comportamento compensatório por não ser capaz de adormecer durante o dia”, diz Anne Virring Sørensen.

O fato de que os pesquisadores não tinham previamente sido capazes de demonstrar uma correlação entre TDAH e sono mais precário pode ser devido a métodos de mensuração diferentes:  “em nosso estudo, as crianças tinham eletrodos presos a suas cabeças, que é conhecido como uma polissonografia no hospital a tarde, mas eles dormiram em ambientes familiares conhecidos. Em estudos anteriores, as crianças tinham sido admitidas em centros especializados no sono ou em hospitais, para medir o sono via um estudo polissonográfico”, afirma Anne Virring Sørensen.

Muitas crianças com TDAH estão atualmente recebendo medicação para ajudá-las a dormir. Anne Virring Sørensen enfatiza que nenhuma das crianças receberam medicação enquanto fizeram parte do estudo. Ela acredita que o estudo é importante tanto a curto quanto a longo prazo: “eu acho que muitos pais e médicos estão bastante satisfeitos de receberem confirmação de que padrões precários de sono podem agora serem demonstrados e que há provavelmente uma correlação com o diagnóstico de TDAH. O próximo passo é, claro, encontrar onde esta correlação encontra-se, para que então possamos desenvolver tratamentos melhores a longo-prazo. Nossa pesquisa é uma base importante para estudos adicionais”, ela diz.

O estudo foi recentemente publicado no Journal of Sleep Research e encontrou que:

  • Um total de 76 crianças com TDAH e uma média de idade de 9.6 anos participaram do estudo
  • O grupo controle consistiu de 25 crianças saudáveis.
  • Dois grupos diferentes de estudo foram desenvolvidos.
  • Examinações de pacientes ambulatoriais com eletrodos durante a noite (polissonografia).
  • Múltiplos testes de latência de sono que mediram com que rapidez as crianças adormeceram (quatro vezes por vinte minutos no mesmo dia).
  • O estudo é o maior, até agora, a incluir tanto métodos de pesquisa quanto incluir crianças com e sem o diagnóstico de TDAH.
  • O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Aarhus University, Aarhus University Hospital Risskov, Rigshospitalet e da University of Copenhagen.

 

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O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:

Children with ADHD take longer to fall asleep and also sleep more poorly

Pesquisadores Associam o Passar Fome na Infância a Violência na Adolescência e Idade Adulta

Crianças que frequentemente passam fome tem um risco maior de desenvolverem problemas de controle de impulso e engajarem-se em violência, de acordo com uma nova pesquisa da UT Dallas.

O estudo, publicado no International Journal of Environmental Research and Public Health, encontrou que pessoas que experienciaram frequente situação de passar fome quando criança tiveram duas vezes mais probabilidade de exibir impulsividade e ferir outras pessoas intencionalmente na adolescência e idade adulta.

37% dos participantes do estudo que passavam fome quando crianças reportaram que tinham estado envolvidos em violência interpessoal. Daqueles que experienciaram de pouco a nenhuma situação de passar fome, 15% disseram que tinham envolvido-se em violência interpessoal. Os achados foram mais fortes entre brancos, Hispanos e do gênero masculino.

Pesquisas anteriores mostraram que passar fome na infância contribui para uma variedade de desfechos negativos, incluindo desempenho acadêmico fraco. O estudo é um dos primeiros a encontrar uma correlação entre passar fome na infância, baixo auto-controle e violência interpessoal. Dr. Alex Piquero disse: “boa nutrição não é apenas crucial para o sucesso acadêmico, mas agora nós estamos mostrando que está ligada a padrões comportamentais. Quando crianças começam a ir mal na escola, elas começa a falhar em outros domínios da vida”.

Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa epidemiológica nacional sobre álcool e condições relacionadas para examinar a relação entre passar fome na infância, impulsividade e violência interpessoal. Os participantes nesse estudo responderam a uma variedade de questões incluindo com que frequência passavam fome quando crianças, se tinham problemas para controlar seu temperamento e se tinham machucado fisicamente e propositalmente uma outra pessoa.

Mais de 15 milhões de crianças americanas enfrentam insegurança alimentar — não ter acesso regular a nutrição adequada – de acordo com o estudo. Piquero afirmou que os resultados enfatizam a importância de endereçar comunidades que tem pouco acesso a mercearias/supermercados com escolhas de comida saudável.

Os achados sugerem que estratégias objetivadas para aliviar a fome pode ajudar a reduzir a violência, Piquero atestou: “no mínimo, nós precisamos dar as crianças a alimentação nutricional que elas necessitam”, Piquero disse. “Não é um problema muito difícil de endereçar e nós podemos vislumbrar muitos ganhos”.

Piquero também é co-autor de estudos recentes relacionados ao papel que o auto-controle desempenha em delinquência e violência.

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O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:

Study finds link between childhood hunger and violence later in life