O transtorno é tipicamente manejado com prescrições como Adderall ou Ritalina, embora muitos pais estejam preocupados com os efeitos colaterais destas medicações e interessados em formas alternativas para minimizar sintomas em seus filhos. O novo estudo, publicado online no Journal of Attention Disorders, é o primeiro a examinar o número total de comportamentos de estilo de vida saudável que crianças com TDAH seguem, quando comparadas a crianças típicamente em desenvolvimento: “muitos pais de crianças diagnosticadas com TDAH não querem que seus filhos tomem medicações”, disse Kathleen Holton, autora do estudo e professora na American University’s Department of Health Studies. “Ter seus filhos seguindo comportamentos de estilo de vida saudável pode ser uma intervenção efetiva em conjunto com ou no lugar de medicações tradicionais para TDAH”.
Holton e o co-autor Joel Nigg, da Oregon Health & Science University, olharam para se ou não crianças na faixa etária de 7 a 11 anos estavam seguindo recomendações de saúde fundamentais para esta faixa etária, da American Academy of Pediatrics, a National Sleep Foundation e o U.S. Department of Agriculture.
Recomendações incluem não ficar mais do que 1 a 2 horas de total de tempo exposto aos eletrônicos diariamente; fazer, pelo menos, 1 hora de atividade física diariamente; limitar o consumo de bebidas açucaradas; ter de 9 a 11 horas de sono por noite e consumir de 7 a 10 copos de água diariamente, dependendo da idade. Holton e Nigg criaram um índice de estilo de vida para sumarizar o número total de comportamentos de estilo de vida saudável aderido por 184 crianças com TDAH quando comparada a um grupo controle de 104 crianças sem TDAH.
De acordo com os resultados do estudo, crianças com TDAH foram mais propensas a consumirem suco artificialmente doce, menos propensas a lerem por mais de uma hora por dia, mais propensas a terem mais do que duas horas de uso de eletrônicos por dia e mais propensas a engajarem-se em menos horas de atividade física durante a semana. Pais de crianças com TDAH foram também muito mais propensos a reportarem que seu filhos tinham dificuldade de pegar no sono, a reportarem preocupação sobre os hábitos de sono do filho e medo de que os problemas do sono pudessem estar levando a questões de comportamento. Estas associações aconteceram até naquelas crianças que não estavam fazendo uso de medicação para TDAH, que é conhecida por causar perturbação do sono: “pais de crianças dom TDAH deveriam conversar com o pediatra sobre como melhorar os comportamentos de saúde, tais como limitar o uso de eletrônicos, encorajar atividade física, melhor rotinas da hora de dormir e beber água ao invés de outras bebidas”, Holton afirmou.
Em quase todos os estudos de TDAH, a condição da criança é frequentemente avaliada apenas por uma única questão do questionário sobre diagnóstico passado. Holton e Nigg empregaram um rigoroso desenho de estudo que envolveu o relato dos pais, entrevistas diagnósticas e consenso de dois experts clínicos para rastreamento de TDAH e transtornos psiquiátricos adicionais.
O estudo é limitado pelo fato de que é apenas olhado para os comportamentos das crianças em um ponto de tempo. Contudo, os resultados sugerem que pesquisas futuras de ensaios clínicos são necessárias para quantificar o impacto de uma combinada intervenção de estilo de vida em sintomas de TDAH. É possível que mudar de uma vez comportamentos múltiplos de estilo de vida pode levar a outros comportamentos saudáveis: “por exemplo, atividade física aumenta a sede, fazendo com que o consumo de água seja mais atrativo. Atividade física pode também contrabalança o tempo gasto com uso de eletrônicos e pode melhorar o sono. Similarmente, a remoção de bebidas cafeinadas previne seu efeito diurético, ajuda a aumentar o consumo de água e pode ajudar a prevenir perturbação do sono”, Holton disse. “A pesquisa em resultados de saúde em crianças com TDAH continua a oferecer novos insights, focando-se no número total de comportamentos de estilo de vida saudáveis que pode se tornar importante”.
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O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:
