Sofrimento Emocional Em Adolescentes Associado a Futuro Desemprego

Sofrer de problemas emocionais na adolescência é um fator de risco importante para futuro desemprego, independentemente de contexto sócio-econômico, de acordo com um novo relatório da University of Stirling.

A pesquisa, que examinou os padrões de emprego de mais de 7.000 americanos ao longo de 12 anos, encontrou clara evidência de que adolescentes angustiados – que tendem a sentirem-se nervosos ou deprimidos ao invés de calmos ou felizes – subsequentemente experienciaram níveis mais altos de desemprego na faixa etária de adulto jovem.

Adolescentes que eram altamente angustiados na faixa etária de 16 a 20 eram 32% mais propenso a estarem desempregados e 26% mais propensos a estarem desempregados ou fora da força de trabalho na fase do adulto jovem. As tendências são mantidas, mesmo quando comparando a irmãos angustiados e não-angustiados, sugerindo que problemas emocionais carregam uma pesada pena mesmo entre irmãos e irmãs do mesmo contexto.

O estudo também revelou que o impacto adverso de angústia psicológica em perspectivas de emprego cresceu nos anos de recessão de 2007–2009 onde aqueles com uma história de angústia experienciaram um acentuado aumento em desemprego.

Mark Egan, do Behavioural Science Centre da University of Stirling, disse: “estes achados fornecem forte evidência de que adolescentes angustiados são vulneráveis para desemprego e sugerem que esta vulnerabilidade aumentou durante o recente período de dificuldade econômica de recessão”.

Benefícios econômicos poderiam ser adquiridos ao tratar problemas de saúde mental em vida pregressa e os pesquisadores convocam por investimento nesta área: “investir em serviços de saúde mental para crianças e adolescentes poderia ter benefícios econômicos incluindo redução de desemprego a nível populacional. Crescente acesso a tratamentos efetivos para angústia em vida pregressa poderia levar a maiores retornos econômicos ajudando indivíduos em contratação e aumentando seus rendimentos ao longo da vida”, aponta Egan.

O estudo, conduzido por Mark Egan, Dr. Michael Daly e professor Liam Delaney da University of Stirling usaram dados de mais de 7,000 adultos americanos, elaborado pelo National Longitudinal Study of Youth 1997.

O estudo foi financiado pelo Economic and Social Research Council, Skills Development Scotland e a European Commission Marie Curie Initiative.

O artigo está disponível para download na revista Social Science & Medicine.

 

http://www.facebook.com/cristianepassarela

 

O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:

Emotional distress in teens linked to future joblessness

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