A neurociência psiquiátrica e a psicologia acadêmica são dirigidas por um forte ‘viés de doença’. Sendo assim, para quase todos os tratamentos para prevalentes condições psiquiátricas e psicossomáticas, a maior parte da atenção é dedicada ao estresse e suas consequências. Isto leva a um reforçamento involuntário (mas inevitável) de aspectos negativos da vida. Contudo, pacientes não podem esperar os benefícios de terapias de bem-estar fundamentadas na neurociência chegarem no futuro.
Achados promissores mostram efeitos fortes e duradouros de terapia de bem-estar atualmente disponível para condições psiquiátricas severas tal como o transtorno depressivo maior. Este trabalho encoraja os médicos a implementarem promoção de saúde positiva neste momento em trabalho clínico.
Além disso, ensaios clínicos tem o potencial para comparar vários tipos de métodos de tratamento, incluindo terapias interpessoais, treino de mindfulness, abordagens cognitiva e metacognitiva, modificação de viés cognitivo e psicoterapias orientadas para o afeto, e para identificar marcadores que predizem a resposta individual a intervenções especificas.
Não há dúvidas de que os atuais insights clínicos e experiências agindo em consonância com um entendimento neurobiológico de saúde positiva fornecerá a nós opções de terapia de bem-estar novas e mais efetivas.
O autor conclui: “eu estou confiante de que nosso sistema de sentido, recompensa e prazer é mais poderoso e plástico do que nossos livros acadêmicos jamais ousaram imaginar”.
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O post acima foi resultado de uma tradução livre do seguinte texto:
